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A produção industrial do Rio Grande do Sul cresceu 7,1% em janeiro, na comparação com dezembro do ano passado, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice ficou muito acima da média nacional, que foi de alta de 2,5% no período.
Além do Rio Grande do Sul, o Ceará (9,3%) e o Rio de Janeiro (3,1%) também tiveram taxas acima da média nacional. Mas conforme o IBGE, houve expansão em janeiro ante dezembro em nove dos 14 locais pesquisados.
Sobre a média nacional, em relação a janeiro de 2012, a alta chegou a 5,7%. No índice acumulado nos últimos 12 meses, a produção continua em queda, mas a redução caiu de 2,6% em dezembro para 1,9% em janeiro. Em oito locais, o acumulado é negativo. No entanto, sete das 14 localidades pesquisadas apresentaram melhora.
São Paulo foi o estado que mais contribuiu para o aumento da produção, com alta de 1,6% na comparação com dezembro e de 5,3% ante janeiro de 2012. O setor automobilístico puxou o crescimento para cima, assim como a indústria farmacêutica e o refino de petróleo.
Já o Paraná foi a mais expressiva contribuição negativa, com redução de 3,9% em relação a janeiro de 2012. Resultados ruins dos setores de máquinas e equipamentos agrícolas pressionaram a queda. O setor de edição e impressão também puxou para baixo, mas, na comparação com dezembro, passou a contribuir positivamente para que a taxa chegasse a um crescimento de 11,3%, recuperando a baixa de 9,2% acumulada nos meses de dezembro e novembro.
As principais altas ocorreram onde é mais forte a presença da indústria farmacêutica, do refino de petróleo, da produção de caminhões, de automóveis, de bebidas e de alimentos e da extração de minério de ferro.
Na outra ponta, a produção caiu em Goiás (-4,9%), no Pará (-3,1%), na Bahia (-2,1%), em Pernambuco (-1%) e no Espírito Santo (-0,5%). O Amazonas (1,9%), Minas Gerais (1,6%) e Santa Catarina (0,6%) registraram crescimento abaixo da média brasileira, assim como São Paulo, que teve a principal contribuição positiva por responder por cerca de 40% da produção nacional.
Fonte: Agência Brasil
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