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15/03/2013 19:45 - Atualizado em 15/03/2013 20:26

Santa Rosa confirma seis novos casos autóctones de dengue

Rio Grande do Sul registra 345 casos suspeitos da doença causada pelo aedes aegypti

Prefeitura realiza pulverização periódica de áreas com mosquito<br /><b>Crédito: </b> Pável Bauken/Especial CP
Prefeitura realiza pulverização periódica de áreas com mosquito
Crédito: Pável Bauken/Especial CP
Prefeitura realiza pulverização periódica de áreas com mosquito
Crédito: Pável Bauken/Especial CP

Santa Rosa, no Noroeste do Estado, registrou mais seis casos autóctones de dengue – quando a doença é contraída no próprio município. Segundo a Vigilância Sanitária municipal, que divulgou nota no final da tarde desta sexta-feira, já são 11 casos confirmados da doença na cidade.

Os infectados residem nas vilas Oliveira e Ouro Verde, bairro Sulina e centro da cidade. A maioria, cinco deles, é da área central. O total de notificações da doença chega a 60, sendo 15 casos descartados e 34 sendo investigados. Agentes da Vigilância local seguem aplicando inseticida com o aparelho UBV Costal, principalmente no Centro.

Porto Alegre tem 58 casos de dengue confirmados. Deste número, 33 são de pessoas que foram contaminadas em viagem a outros estados do Brasil e 25 são autóctones. Desses pacientes, conforme o órgão, 16 moram no bairro Partenon, três no bairro Navegantes, um no bairro Bom Jesus, um no Jardim Botânico, um no bairro Santana, um no bairro Cristal, um no bairro São José e um na Vila Jardim.

Até o dia 9 de março, 345 casos suspeitos foram informados - 317 são de moradores da Capital e 28 residem em outros municípios. Pelo menos 167 pessoas que moram em Porto Alegre ainda aguardam o resultado do exame, feito pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).

A dengue é uma doença febril aguda, de causa viral, que pode ter evolução benigna ou grave, quando se manifesta na forma hemorrágica. É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Menor que um pernilongo comum, de cor preta e com pequenas manchas brancas no corpo e nas patas, o inseto costuma picar no início da manhã e no final da tarde. Como não existe vacina contra a doença, a melhor forma de se proteger é a prevenção, evitando, por exemplo, o acúmulo de água parada, onde se desenvolvem as larvas do mosquito transmissor.


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Fonte: Felipe Rigon Dorneles/Correio do Povo





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