 Ayman Sharawna fez acordo se comprometendo a nunca mais se engajar em ações terroristas Crédito: AFP
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Ayman Sharawna fez acordo se comprometendo a nunca mais se engajar em ações terroristas
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Um prisioneiro palestino que fazia greve de fome há meses foi libertado neste domingo por Israel e exilado na Faixa de Gaza durante dez anos. "Ayman Sharawna, que fez greve de fome desde meados de julho de 2012, chegou a um acordo com a parte israelense, segundo a qual será libertado e exilado em Gaza", informou o dirigente do Clube de Prisioneiros, Qadura Fares, que se encarrega dos interesses dos presos palestinos em Israel.
O serviço israelense de segurança interior, Shin Bet, confirmou o acordo, destacando que Ayman Sharawna, de 36 anos, originário da Cisjordânia e ativista do movimento islamita Hamas, seria autorizado a retornar à sua casa, após cumprir o exílio e sob a condição de que renuncie a toda "atividade terrorista". O ex-prisioneiro de alta segurança chegou à noite a Gaza, onde foi hospitalizado para a realização de exames médicos.
Sharawna foi detido no ano de 2002 e condenado a 38 anos de prisão, antes de ser libertado em 2011 no âmbito da troca de mil prisioneiros pelo soldado israelense Gilad Shalit. Em seguida, voltou a ser detido por violação das condições de sua libertação, segundo Israel, sem que tenham sido publicadas as provas de sua culpa.
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