 Capital já contabiliza 82 casos da doença, 23 deles no Partenon Crédito: Denise Righi / Divulgaçao PMPA / CP
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Capital já contabiliza 82 casos da doença, 23 deles no Partenon
Crédito: Denise Righi / Divulgaçao PMPA / CP
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Porto Alegre registra 44 casos de dengue contraídos dentro da cidade (autóctones) desde o início de fevereiro, quando ocorreu a primeira confirmação da doença. O total supera o número de contaminações que ocorreram fora da cidade: 38. De acordo com os levantamentos semanais divulgados pela Prefeitura informando o avanço da doença, essa foi a segunda vez que as infecções registradas dentro da Capital superaram as adquiridas em outros municípios. A primeira vez foi em final de fevereiro.
Entre o total de pacientes com a doença contraída na cidade, 23 residem no bairro Partenon, que soma até agora quase 30% dos 82 casos registrados. Outros quatro vivem no bairro Santana, três no Navegantes, três no São José, dois no Chácara das Pedra, dois no Bom Jesus, dois no Santo Antônio, dois no Cristal, um no Jardim Botânico, um na Vila Jardim, um no Santa Maria Goretti.
Neste ano foram investigados 417 casos suspeitos em Porto Alegre, dos quais 383 são de pacientes moradores da Capital. Dos residentes na cidade, 146 foram descartados e 155 seguem esperando o resultado do exame feito pelo Laboratório Central do Estado (Lacen). Desses, 53 são de pessoas sem histórico de viagem.
Sintomas
Os sintomas da doença são febre com duração de até sete dias acompanhada de pelo menos duas das seguintes situações: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, e manchas na pele. A dengue é uma doença febril aguda, de causa viral, que pode ter evolução benigna ou grave, quando se manifesta na forma hemorrágica. É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Menor que um pernilongo comum, de cor preta e com pequenas manchas brancas no corpo e nas patas, o inseto costuma picar no início da manhã e no final da tarde. Não existe vacina contra a doença.
Prevenção
Eliminar depósitos de água parada em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasos de plantas, jarros de flores, garrafas, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros. Manter o lixo fechado. Guardar garrafas vazias sempre com o gargalo para baixo. Manter as calhas sempre limpas e desobstruídas. Proteger os ralos com tela milimétrica. Preencher os vasos de plantas com areia.
O mesmo deve ser feito com a base da haste de bromélias, onde pode se acumular água. Tratar regularmente a água de piscinas e mantê-la coberta por capa protetora. Caixas d’água também devem ser conservadas sob proteção.
Fonte: Samuel Vettori / Rádio Guaíba
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