 Batalhão de Choque da Polícia Militar invadiu o Museu do Índio no Rio Crédito: Tânia Rêgo / ABr / CP
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Batalhão de Choque da Polícia Militar invadiu o Museu do Índio no Rio
Crédito: Tânia Rêgo / ABr / CP
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O Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM) invadiu, por volta do meio-dia desta sexta-feira, o Museu do Índio, que era ocupado por 22 indígenas. No mesmo momento, manifestantes que acompanham a desocupação do lado de fora, fecharam a avenida Radial Oeste - uma das principais e mais movimentadas da cidade do Rio, que passa ao lado do museu.
Policiais militares tentaram dispersar o grupo com bombas de efeito moral e gás de pimenta. Houve confronto com os manifestantes, que fizeram uma corrente humana no meio da pista. Eles foram retirados à força. Os indígenas saíram pacificamente do museu.
O local estava cercado desde às 3h por policiais do Batalhão de Choque. Por ordem da Justiça Federal, o imóvel deveria ser desocupado ainda nesta sexta-feira, a pedido do governo do estado do Rio de Janeiro. O prédio foi construído no século 19 e abrigou o Serviço de Proteção ao Índio, comandado pelo Marechal Candido Rondon. Já como museu, o local teve entre seus diretores o antropólogo Darcy Ribeiro. O governo do Rio chegou a cogitar demolir o prédio, como parte das obras de reforma do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, mas desistiu e, atualmente, pretende instalar no local um museu olímpico.
Com informações da Agência Brasil e Agência Estado
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