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03/12/2013 09:49 - Atualizado em 03/12/2013 09:54

Dilma decreta luto oficial pela morte de Marcelo Déda

Governador do Sergipe faleceu nessa segunda-feira

Presidente compareceu ao velório de Déda na segunda-feira<br /><b>Crédito: </b> Roberto Stuckert Filho / Divulgação Presidência da República / CP
Presidente compareceu ao velório de Déda na segunda-feira
Crédito: Roberto Stuckert Filho / Divulgação Presidência da República / CP
Presidente compareceu ao velório de Déda na segunda-feira
Crédito: Roberto Stuckert Filho / Divulgação Presidência da República / CP

A presidente Dilma Rousseff declarou luto oficial em todo o País pela morte do governador de Sergipe, Marcelo Déda. O decreto com a decisão está publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira. O luto será de três dias. Déda morreu na madrugada de segunda, depois de passar seis meses internado em São Paulo lutando contra um câncer.

• "Perdi um grande amigo", diz Dilma sobre Marcelo Déda


O velório ao corpo do governador foi aberto na tarde de segunda-feira no Palácio Museu Olímpio Campos, em Aracaju. A visitação do público permanece até o meio-dia desta terça. Em seguida haverá um culto ecumênico e logo depois o corpo seguirá para Salvador, onde será cremado.

Déda foi internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no dia 27 de maio, com dificuldades para se alimentar. Casado duas vezes, o governador deixa quatro filhos. Advogado formado pela Universidade Federal de Sergipe, o político estava no segundo mandato. No seu lugar assumirá o vice-governador, Jackson Barreto, do PMDB.

Natural do município de Simão Dias, Déda milita na política desde a década de 70, nos movimentos secundaristas, quando conheceu o então dirigente sindical Luiz Inácio Lula da Silva. Militante do Partido dos Trabalhadores (PT), no início dos anos 1980, Marcelo Déda foi fundamental na consolidação da legenda no estado.

Em 1985, o PT decidiu lançar o nome de Déda para concorrer às eleições municipais de Aracaju, com o objetivo de se firmar como um partido nacional. Na época, com 25 anos e sem recursos para a campanha, o candidato fez todos os programas eleitorais gratuitos de televisão ao vivo e apenas com a bandeira do partido na parede do cenário, montado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

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Fonte: AE







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