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05/12/2013 20:30 - Atualizado em 05/12/2013 21:38

"Mandela tomou a história em suas mãos", afirma Barack Obama

Presidente dos EUA destacou sacrifício do líder africano pela liberdade dos outros

Presidente dos EUA destacou sacrifício do líder africano pela liberdade dos outros<br /><b>Crédito: </b> Brendan Smialowski/AFP/CP
Presidente dos EUA destacou sacrifício do líder africano pela liberdade dos outros
Crédito: Brendan Smialowski/AFP/CP
Presidente dos EUA destacou sacrifício do líder africano pela liberdade dos outros
Crédito: Brendan Smialowski/AFP/CP

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, destacou o marco histórico que foi a passagem de Nelson Mandela na África do Sul e o legado do líder que morreu nesta quinta-feira, aos 95 anos. Primeiro negro na Casa Branca, Obama salientou um dos grandes nomes na luta contra a segregação: "Foi um homem que tomou a história em suas mãos e dobrou o arco da moralidade universal para a Justiça", destacou Obama.

"Vamos fazer uma pausa e agradecer pelo fato de Nelson Mandela ter vivido", completou Obama em discurso em rede nacional de TV, nos EUA. "Mandela não nos pertence, é um homem que pertence à História", reforçou o presidente norte-americano.

Obama homenageou a personalidade transformadora que permitiu a "Madiba" liderar uma revolução na África do Sul. “Com sua valente dignidade e sua incansável disposição para sacrificar sua própria liberdade pela liberdade dos outros, Mandela transformou a África do Sul e comoveu a todos”, afirmou o presidente na Casa Branca.

Em Londres, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, declarou que “uma grande chama se apagou no mundo” com a morte de Nelson Mandela. Declarando luto, ele informou que a bandeira britânica será colocada a meio-pau diante da residência oficial e escritório do primeiro ministro.

Já o presidente francês, François Hollande, afirmou que Mandela era “um resistente excepcional” e “um combatente magnífico”. Em comunicado, ressaltou que o líder foi “a encarnação da nação sul-africana, o cimento da sua unidade e o orgulho de toda a África”.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki moon, descreveu o líder sul-africano como um "gigante da justiça" que inspirou movimentos libertários em todo o mundo. "Muitos no mundo foram influenciados por sua luta a favor da dignidade humana, da igualdade e da liberdade. Madela tocou nossas vidas de uma maneira muito pessoal e profunda", analisou.

O estadista morreu nesta quinta-feira aos 95 anos. O anúncio foi feito em cadeia nacional de televisão pelo presidente sul-africano Jacob Zuma. O primeiro governante negro do país (1994-1999) marcou sua vida pela luta contra a segregação do Apartheid. Ele sofria com frequentes problemas de saúde desde 2011, que provocaram diversas internações.

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Fonte: Correio do Povo







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