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08/12/2013 10:11 - Atualizado em 08/12/2013 10:13

Tarso acredita em união de PT e PDT no segundo turno das eleições

Governador avaliou decisão do partido trabalhista em lançar candidatura própria ao governo do Estado

Antes do encontro no consulado brasileiro em Xangai, o governador Tarso Genro comentou, em entrevista coletiva no lobby do hotel, a decisão do PDT em deixar a base governista do governo do Estado. O partido optou, em sua pré-convenção realizada no sábado, lançar uma candidatura própria ao Palácio Piratini nas eleições de 2014.

Tarso afirmou que acredita na possibilidade de união entre PT e PDT em caso de segundo turno. “É óbvio que gostaríamos de estar juntos no primeiro turno, mas isso não ocorreu. Se tivermos segundo turno, podemos ter um bloco comum, seja em torno do candidato do PDT, seja em torno do candidato que for apresentado pela coalização atualmente governista.”

O governador disse ainda já cogita nomes para substituir os secretários pedetistas que entregam os cargos na segunda-feira. Segundo eles, os substitutos não serão obrigatoriamente do PT, mas distribuídos entre partidos aliados que permanecem no governo. “É claro que o PT terá uma presença maior, mas estou conversando com lideranças dos outros partidos da coalizão e, seguramente, nos próximos sete ou 15 dias já teremos as substituições.”

Duas características são necessárias, segundo Tarso, para assumir os postos deixados por Ciro Simoni, na Saúde, Afonso Motta, no Gabinete dos Prefeitos, e Kalil Sehbe, nos Esportes. Os substitutos não poderão ser candidatos em 2014, para evitar a necessidade de descompatibilização do cargo em abril do próximo ano, o que ocasionaria uma nova substituição. Outro ponto é que os novos secretários terão que dar continuidade ao trabalho realizado até agora em cada uma das pastas. “As secretarias que estão sendo dirigidas pelo PDT até agora são ligadas ao centro do governo e continuarão assim.”

O governador disse não acreditar que algum pedetista que queira permanecer no governo, com a saída do partido, a exemplo do que ocorreu com o secretário Caleb de Oliveira, que deixou o PSB após o desembarque da legenda do governo Tarso. “O que pode acontecer é que determinados quadros técnicos nomeados pelo PDT poderão permanecer, mas não os quadros políticos. Isso aí seria até uma afronta nossa.”


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Fonte: Fernanda Pugliero / Correio do povo





» Tags:Política PT PDT


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