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08/12/2013 10:55

Morte de Mandela é "perda sem precedentes", diz presidente da África do Sul

Zuma assistiu à missa para celebrar vida do líder da luta contra o apartheid

Missa celebrou a vida de Mandela<br /><b>Crédito: </b> Abbas Momani / AFP / CP
Missa celebrou a vida de Mandela
Crédito: Abbas Momani / AFP / CP
Missa celebrou a vida de Mandela
Crédito: Abbas Momani / AFP / CP

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, presidiu as cerimônias do Dia Nacional da Oração e da Reflexão em homenagem ao ex-presidente Nelson Mandela, cuja morte diz ter sido "uma perda sem precedentes" para o país. Como milhões de sul-africanos, ele assistiu à missa na Igreja Metodista de Bryanston, em Joanesburgo, para lembrar a vida e obra de Mandela, que morreu aos 95 anos.

O chefe de Estado sul-africano sublinhou que as orações ajudaram muito o país a recuperar do golpe sofrido com a morte do seu querido Madiba, como é popularmente conhecido o ex-presidente sul-africano. "Ele (Mandela) pregou e praticou a reconciliação" após o desmantelamento do regime racista do apartheid, que combateu durante grande parte da sua vida, disse Zuma, citado pela agência de notícias sul-africana Sapa. "Mandela distinguiu-se pelas coisas boas, somente por coisas boas", destacou o chefe de Estado. Entre os que assistiram à celebração religiosa, estava a ex-mulher de Madiba Winnie Madikizela-Mandela.

A morte de Nelson Mandela, aos 95 anos, foi anunciada na quinta-feira à noite pelo presidente da República da África do Sul, Jacob Zuma, motivando de imediato reações de pesar em todo o mundo. “A nossa nação perdeu o maior dos seus filhos”, disse Jacob Zuma, anunciando que a bandeira sul-africana vai ficar a meio mastro até o funeral com honras de chefe de Estado, marcado para 15 de dezembro.

O Comitê Nobel norueguês considerou Nelson Mandela, que ficou preso quase trinta anos por sua luta contra o regime apartheid, "um dos maiores nomes da longa história dos prêmios Nobel da Paz". Mandela foi o primeiro presidente negro da África do Sul, entre 1994 e 1999.


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Fonte: Agência Brasil







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