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10/12/2013 22:50 - Atualizado em 10/12/2013 23:21

Aperto de mãos de Obama em Castro foi espontâneo, garante Casa Branca

Porta voz enfatizou que o presidente norte-americano "apenas" cumprimentou todos os líderes mundiais

Aperto de mãos de Obama em Castro foi espontâneo, garante Casa Branca<br /><b>Crédito: </b> AFP
Aperto de mãos de Obama em Castro foi espontâneo, garante Casa Branca
Crédito: AFP
Aperto de mãos de Obama em Castro foi espontâneo, garante Casa Branca
Crédito: AFP

O aperto de mão, nesta terça-feira, entre o presidente americano, Barack Obama, e o cubano, Raúl Castro, não foi programado. A "espontaneidade" foi garantida pelo conselheiro adjunto de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Ben Rhodes. Ambos se encontraram, nesta terça-feira, na homenagem prestada ao falecido líder sul-americano Nelson Mandela, em Johannesburgo.

"Não foi um encontro programado", enfatizou Rhodes. "Por, sobretudo, hoje se tratar de honrar Nelson Mandela, o presidente se concentrou nisso durante o serviço fúnebre. Apreciamos que pessoas de todo o mundo estejam participando dessa cerimônia", acrescentou. "Quando Obama se dirigia à tribuna, apertou as mãos de todo mundo em seu caminho. Não fez outra coisa a não ser trocar saudações com os dirigentes", acrescentou o porta-voz no voo de regresso de Johannesburgo para Washington.

O aperto de mãos se tornou uma das principais notícias da cerimônia no estádio de Soweto, onde aconteceu a homenagem ao líder sul-africano falecido na última quinta-feira, aos 95 anos. Obama apertou as mãos de Castro antes de subir na tribuna para discursar. Minutos depois, em uma clara crítica a países como Cuba, afirmou que aqueles que reivindicam o legado de Mandela devem honrar seu significado eliminando restrições à liberdade. "O aperto de mãos veio com reprimenda. É um bom equilíbrio", comentou o especialista em América Latina do centro de estudos Atlantic Council Peter Schechter.

Em Cuba, a página de Internet oficialista Cubadebate.cu considerou o gesto animador, mas Rhodes garantiu que o episódio não muda em nada a postura do governo Obama. Nos últimos tempos, porém, alguns movimentos mais "simpáticos" dos Estados Unidos têm sido registrados em relação à ilha. Desde que Obama chegou ao poder em 2009, "adotamos um enfoque diferente" dos governos anteriores, sobretudo, com a flexibilização das viagens a Cuba, disse o conselheiro do presidente. Mas, "ao mesmo tempo, continuamos tendo grandes preocupações, tanto a respeito da situação dos direitos humanos em Cuba quanto em relação a Alan Gross, que deveria ser libertado imediatamente", acrescentou.


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Fonte: AFP







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