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11/12/2013 21:19 - Atualizado em 11/12/2013 21:28

Assinatura de termo para liberar obra do Pisa deve ocorrer na próxima semana

Impasse entre a Fepam e o Dmae mantém parado programa que prevê despoluir o Guaíba

Representantes do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) estiveram reunidos, nesta quarta-feira na Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente do Ministério Público (MP), para analisar os itens de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). A meta é de que, com o acordo, a Fepam autorize o início da operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Serraria, do Programa Integrado Socioambiental (Pisa).

A meta do projeto é elevar para quase 80% o índice de esgoto tratado na Capital. A expectativa é de que o documento possa ser assinado na próxima semana. Hoje, a Fepam defendeu a necessidade de submeter a Minuta do Termo ao procurador-geral do Estado, Eduardo de Lima Veiga.

Assim que o TAC for assinado, o Dmae deve providenciar a instalação dos equipamentos de monitoramento do Guaíba, implantar uma unidade de desinfecção para funcionar até que a estação de tratamento se estabilize e contratar uma equipe de três especialistas que analisarão os relatórios de monitoramento. Ao longo do processo de pré-operação, eles devem se manifestar quanto à necessidade ou não do prolongamento do emissário final.

Caso haja essa necessidade, o Dmae vai ter prazo de até 18 meses para providenciar a implantação. Com essas medidas, a ETE Serraria pode ser colocada em marcha e passar a tratar o esgoto que hoje é lançado sem qualquer tratamento no Guaíba. A previsão do Dmae é de que a pré-operação comece até março.

Entenda o problema


O impasse começou ainda no fim do ano passado, quando o Dmae solicitou a licença de operação ao órgão ambiental para a obra, que ficou pronta em fevereiro. A construção não recebeu o aval para funcionar porque houve redução, em um quilômetro, no comprimento da tubulação que despeja esgoto no Guaíba.

A Fepam considerou insuficientes os estudos adicionais sobre a viabilidade de manter o cano final em 1,6km, em vez de 2,6km, como inicialmente planejado. A Prefeitura ainda vai recorrer de uma multa de R$ 400 mil imposta pela Fepam em razão do vencimento da licença de instalação.


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Fonte: Rádio Guaíba







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