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13/12/2013 15:22 - Atualizado em 13/12/2013 15:35

Pedro Henry deve ficar na cela de Dirceu e Delúbio

Parlamentar do PP-MT se entregou à Polícia Federal e apresentou carta de renuncia

Parlamentar do PP-MT se entregou à Polícia Federal e apresentou carta de renuncia<br /><b>Crédito: </b> Bruno Peres / Photo Ag.Ancia / Futura Press / CP Memória
Parlamentar do PP-MT se entregou à Polícia Federal e apresentou carta de renuncia
Crédito: Bruno Peres / Photo Ag.Ancia / Futura Press / CP Memória
Parlamentar do PP-MT se entregou à Polícia Federal e apresentou carta de renuncia
Crédito: Bruno Peres / Photo Ag.Ancia / Futura Press / CP Memória

O advogado do deputado Pedro Henry (PP-MT), José Antônio Duarte Álvares, disse nesta sexta-feira que seu cliente deverá ser companheiro de cela dos petistas presos pelo processo do mensalão José Dirceu e Delúbio Soares. O advogado disse, ao deixar a superintendência da Polícia Federal em Brasília, que Henry se entregou à PF pouco antes de meio-dia, antes mesmo que o Supremo Tribunal Federal (STF) formalizasse o mandado de sua prisão.

"Já estávamos aqui quando o documento chegou por e-mail, mas estava inelegível e o original nem sequer foi entregue ainda. O STF ainda está aprendendo a fazer execuções", informou. O advogado ressaltou que o deputado não tem problemas de saúde que o impeçam de cumprir pena na cadeia e disse ainda que vai pedir a transferência de Pedro Henry para Cuiabá tão logo o processo esteja disponível.

Em seguida, também pretende encaminhar sugestões de trabalho para o deputado, que cumprirá a pena de 7 anos e 2 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em regime semiaberto. "Ele (Henry) é médico, com três especialidades. Não vai ser difícil receber uma oferta de emprego", afirmou. Henry é médico-legista, clínico geral e hiperbárico.

Pouco depois de a PF ter confirmado que recebeu a ordem de prisão, o deputado enviou uma carta de renúncia à mesa diretora da Câmara dos Deputados. No texto dirigido a Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Casa, o parlamentar argumenta sua inocência e diz não querer expor a instituição mais do que já está exposta com o caso do mensalão.

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Fonte: AE







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