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23/12/2013 10:20 - Atualizado em 23/12/2013 10:23

PDT inverte pauta e prioriza programa para 2014

Partido discute ideias para governo mesmo antes de formalizar alianças

Normalmente um dos últimos itens de uma campanha eleitoral, a elaboração do programa de governo, virou prioridade do PDT gaúcho para a disputa de 2014 neste momento. Depois de se reunir com seis partidos na última semana, o PDT, primeira legenda a apresentar o nome de seu pré-candidato ao governo do Estado, discute com os aliados diretrizes de um possível governo e até já marcou um novo encontro para tratar do tema.

Para o partido, a elaboração do programa é anterior à definição das alianças para o pleito. "Cada partido vai apresentar suas prioridades e colocar aquilo que é sua visão de governo. Faz parte de entendimento, a aliança não está fechada, mas é um avanço que está se fazendo", afirmou o presidente estadual do PDT, Romildo Bolzan Júnior. Segundo ele, a escola de tempo integral e questões de infraestrutura e segurança são temas que devem ser atacados diretamente e que constarão no documento.

O próximo encontro foi marcado para o dia 17 de janeiro, em Capão da Canoa, quando os pedetistas receberão novamente o grupo formado por PSD, Dem, PSDB, PSC, PV e PRTB. Oficialmente, nenhum dos partidos se comprometeu em coligar-se com o Vieira da Cunha.

O pedetista acredita que a disputa nacional não afetará o PDT na busca por aliados. "Temos levado aos potenciais aliados que devemos separar a eleição do Rio Grande com a eleição nacional para presidente. Haverá vários palanques para os candidatos à Presidência", disse Vieira.

PSDB aponta problemas do governo Tarso

A bancada do PSDB na Assembleia aproveitou o final do ano para despejar mais uma leva de críticas à administração do governador Tarso Genro. Assim como o PP fez na última semana, os tucanos divulgaram seu balanço atacando, principalmente, o endividamento do Estado e a falta de investimentos. Segundo a líder da bancada do partido, deputada Zilá Breitenbach, o governo não deu continuidade à política de reorganização das finanças públicas, iniciada no governo Yeda Crusius.

Zilá cita como exemplo dos problemas da gestão a criação de mais de 500 novos cargos de confiança, reajuste de salários de 644 servidores indicados politicamente, redução do pagamento de precatórios e limitação da liberação de RPVs.

Empréstimos concedidos também foram alvo do PSDB. "A Assembleia já aprovou em torno de R$ 6,6 bilhões em empréstimos. Foram R$ 2,7 bilhões sacados do caixa único desde o início da gestão e R$ 5 bilhões dos depósitos judiciais." De acordo com a ela, a análise feita pelos tucanos tem como base dados da Secretaria da Fazenda.

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Fonte: Iuri Ramos / Correio do Povo







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