Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 11/01/2014
  • 19:34
  • Atualização: 19:58

Estudo analisa viabilidade de linha turística até Itapuã

Estado e empresa planejam passeio de catamarã de Porto Alegre a Viamão para a Copa do Mundo

Estudo analisa viabilidade de linha turística até Itapuã | Foto: Juliana Ramiro / Divulgação Setur-RS / CP

Estudo analisa viabilidade de linha turística até Itapuã | Foto: Juliana Ramiro / Divulgação Setur-RS / CP

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  • Jézica Bruno / Correio do Povo

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com a empresa CatSul, realizou uma viagem experimental, por água, até o Parque Estadual de Itapuã. O teste foi feito para analisar as possibilidades de inserir uma linha de turismo partindo do Cais do Porto até o parque em Viamão. O passeio, em um catamarã, serviu para verificação do tempo estimado do percurso de 57 quilômetros, feito a 40 km/h. A linha será uma nova atividade de lazer, oferecida aos moradores da Capital e aos turistas no período da Copa do Mundo.

Para a implantação, será necessário construir um píer no antigo Porto das Pombas. “Estamos fazendo esse passeio para mensurar a distância, o tempo e a estrutura que precisamos construir. Pretendemos reconstruir o cais para que a atividade possa ser iniciada com segurança e sem atingir o ecossistema do local”, explicou o secretário estadual do Meio Ambiente, Neio Lúcio Fraga Pereira. Uma das principais preocupações, segundo o secretário, é manter a preservação do ecossistema. “Precisamos fazer com que as pessoas conheçam o parque. Só assim podem começar a preservar. Essa linha é uma forma de reforçar esse contato”, afirma.

O catamarã passou pelas praias da Pedreira, do Araçá e do Sítio, Prainha até a ponta do farol, que divide o Guaíba com a Laguna dos Patos. O tempo de viagem é de 1h e 15min até o parque, mais o retorno. A chefe da Divisão de Unidades de Conversação, Márcia Correa, afirma que a proposta objetiva contribuir também para a exploração dos potenciais da área. “É o parque que está mais próximo de uma concentração urbana. Poderemos nos aproximar as belezas naturais sem agressão.”


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