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23/01/2014 22:47 - Atualizado em 23/01/2014 22:56

Receitas sobem, mas Rio Grande do Sul tem déficit de R$ 1,394 bilhão

Governo destacou alta nos investimentos em saúde e educação no balanço de 2013

O governo do Rio Grande do Sul divulgou, nesta quinta-feira, os números completos do balanço do Estado no ano passado. Pelos dados, o Piratini finalizou o ano com R$ 1,4 bilhão em investimentos, utilizados, principalmente, para construções de rodovias e segurança pública, entre outras obras de infraestrutura. Em valores corrigidos, houve evolução de 25,2% sobre a média do período 2007-2010. Ainda assim, as contas fecharam com déficit de R$ 1,394 bilhão.

A arrecadação cresceu. O governo elevou o recolhimento do ICMS em 12,6% (maior crescimento do Sul e do Sudeste), somando R$ 24 bilhões. “Este incremento demonstra o acerto da política fiscal, cujo objetivo é estimular a economia, sempre com vistas a ampliar a competitividade gaúcha, ao crescimento da arrecadação, à geração de emprego de qualidade e à agregação de valor aos nossos produtos”, explica o secretário da Fazenda, Odir Tonollier.
A saúde, que além do Estado tem forte participação de instituições privadas e de prefeituras, recebeu o maior aumento de recursos, chegando a 46% em relação ao ano anterior e a 94% em relação ao último governo (Yeda Crusius).

O déficit, de acordo com o Piratini, ficou abaixo das estimativas e o resultado primário foi positivo em R$ 624 milhões (número que representa as receitas menos despesas, excluindo operações de crédito e pagamento de dívida). De acordo com o Piratini, houve avanços em duas áreas eleitas como prioridade pela administração Tarso Genro: educação e segurança pública. No caso da educação, Tarso afirma ter aplicado 31,19% da receita líquida, frente a 30% em 2012. Foram aplicados R$ 7,1 bilhões na área, contra R$ 6,1 bilhões do ano passado (valores nominais).

Na segurança pública houve também incremento de R$ 348,1 milhões nos valores aplicados no ano anterior, totalizando R$ 2,5 bilhões. Em valores corrigidos, este governo alcançou, em 2013, crescimento de 27,8% sobre a média do período 2007-2010.

O relatório também chama atenção para os valores pagos em precatórios e Requisições de Pequeno Valor (RPVs) em 2013: R$ 1,1 bilhão, valor que representa três vezes a média do montante pago no período 2007-2010. Segundo Tonollier, o resultado final do balanço reflete a crise estrutural do Estado expressa pelo seu déficit previdenciário, pela dívida e também pelo crescimento desordenado das despesas com sentenças judiciais.


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Fonte: Correio do Povo






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