Porto Alegre, domingo, 23 de Novembro de 2014

  • 24/01/2014
  • 18:54
  • Atualização: 18:55

Emergência Pediátrica do Presidente Vargas pode fechar em fevereiro

Médicos do HPS e de Pronto-Atendimentos decidiram por estado de greve na Capital

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  • Samantha Klein / Rádio Guaíba

Por falta de técnicos de enfermagem, a Emergência Pediátrica do Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas, em Porto Alegre, pode ter as atividades suspensas no início de fevereiro. O contrato que emprega dez técnicos foi encerrado e não há previsão de recontratação. A diretora do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Clarissa Bassin, disse que existem médicos suficientes para atender na unidade pediátrica e que a determinação pelo fechamento é da Secretaria Municipal da Saúde.

“Nenhum funcionário parou de trabalhar, quem indicou o fechamento da emergência foi o secretário. Ele informou que o convênio com o Hospital da PUC foi rescindido e que ele não dispõe de funcionários para colocar lá”, explicou. Somente serão atendidos os pacientes vítimas de violência. Caso a emergência pediátrica do Presidente Vargas feche, cerca de 50 crianças deixarão de ser atendidas diariamente no local.

A assessoria de imprensa da Secretaria da Saúde disse desconhecer o fechamento da emergência pediátrica. Em nota oficial, o órgão reconhece diminuição temporária no quadro em função das férias de parte dos servidores, mas sustenta que o atendimento segue dentro da normalidade. O secretário da Saúde, Carlos Henrique Casartelli, está em férias e não foi encontrado pela reportagem da Rádio Guaíba.

Médicos decidem entrar em estado de greve

Os médicos municipários ligados ao Hospital de Pronto Socorro e dos Pronto-Atendimento ainda aprovaram o estado de greve após assembleia realizada nessa quinta-feira. A principal reivindicação é a manutenção da insalubridade de 40%. Conforme Clarissa Bassin, existem profissionais que não estão recebendo a gratificação.

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