Correio do Povo

Porto Alegre, 1 de Outubro de 2014


Porto Alegre
Agora
18ºC
Amanhã
13º 20º


Faça sua Busca


Notícias > Internacional

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

24/01/2014 22:05 - Atualizado em 24/01/2014 22:20

Presidente ucraniano anuncia reforma no governo e nas leis antiprotestos

Yanukovitch confirmou a intenção de libertar manifestantes detidos

Presidente anunciou reformas nas leis antiprotesto<br /><b>Crédito: </b> Andrei Mosieko / Divulgação Presidência da Ucrânia / AFP
Presidente anunciou reformas nas leis antiprotesto
Crédito: Andrei Mosieko / Divulgação Presidência da Ucrânia / AFP
Presidente anunciou reformas nas leis antiprotesto
Crédito: Andrei Mosieko / Divulgação Presidência da Ucrânia / AFP

Depois dos confrontos violentos que tomaram a capital da Ucrânia na última semana, o presidente Viktor Yanukovitch anunciou nesta sexta-feira uma reforma do governo e a introdução de emendas nas leis sobre as manifestações em uma sessão extraordinária do parlamento prevista para a próxima semana.

O chefe de Estado fez o anúncio depois de reunir-se com o comissário europeu de Ampliação, Stefan Füle, e também alertou que empregará todos os meios legais a sua disposição se não encontrar uma solução para a crise com a oposição. "Tomamos uma decisão durante esta sessão: o presidente assinará um decreto e nós iremos reformar o governo para formar uma equipe governamental mais profissional", declarou Yanukovitch durante um encontro com líderes religiosos.

Sobre as leis que reforçam as penalidades contra manifestantes , votadas na semana passada e que entraram em vigor na quarta-feira, o presidente anunciou: "nós iremos adotar modificação destas leis e iremos resolver este problema". 

O texto em questão prevê penas de prisão de 15 dias para aqueles que instalarem tendas em locais públicos e até 5 anos de prisão para as pessoas que bloquearem prédios oficiais. Ele foi denunciado pelos países ocidentais e intensificou de maneira radical os protestos iniciados há dois meses, após a recusa do governo em assinar um acordo com a UE em benefício de uma aproximação com Moscou.

Yanukovitch reafirmou sua intenção de libertar os militantes detidos nas manifestações, como prometeu ontem aos líderes da oposição, mas advertiu os manifestantes sobre uma reação em caso não houvesse acordo político.
"Se tudo se passar bem, melhor. Se não, nós iremos adotar todos os meios legais", declarou.

Bookmark and Share

Fonte: AFP






O que você deseja fazer?

Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.