Correio do Povo

Porto Alegre, 19 de Setembro de 2014


Porto Alegre
Agora
18ºC
Amanhã
13º 22º


Faça sua Busca


Notícias > Geral

ImprimirImprimir EnviarEnviar por e-mail Fale com a redaçãoFale com a redação Letra Diminuir letra Aumentar Letra

25/01/2014 14:40 - Atualizado em 25/01/2014 14:44

Opositores serão considerados extremistas pela polícia ucraniana

Governo pediu para manifestantes abandonarem praça e prédios públicos de Kiev

Opositores serão considerados extremistas pela polícia ucraniana<br /><b>Crédito: </b> Genya Salivov / AFP / CP
Opositores serão considerados extremistas pela polícia ucraniana
Crédito: Genya Salivov / AFP / CP
Opositores serão considerados extremistas pela polícia ucraniana
Crédito: Genya Salivov / AFP / CP

O governo ucraniano afirmou neste sábado que os manifestantes opositores devem abandonar a praça da Independência e os prédios públicos de Kiev sob a pena de serem considerados "grupos extremistas", o que implicará o uso da força contra eles. "Abandonem os radicais. Ninguém vai impedir uma manifestação pacífica", declarou o ministro do Interior, Vitaliy Zajarshenko.

"Vão para qualquer outro lugar, um lugar seguro", acrescentou. "Quem ficar na Praça da Independência e em prédios públicos ocupados serão considerados grupos extremistas. Em caso de perigo, teremos a obrigação de fazer uso da força", alertou.

Apesar do discurso mais forte, o presidente ucraniano, Viktor Ianoukovitch, deve receber ainda hoje os líderes da oposição para novas negociações na sequência da tensão em Kiev. A agenda foi divulgada pela Presidência da República.

O antigo campeão de boxe e um dos principais líderes da oposição Vitali Klitschko, o líder de um dos partidos contrários ao governo, Arseni Iatsneniouk, e o nacionalista Oleg Tiagnybok são esperados para o encontro. A expectativa do governo da Ucrânia é encontrar uma solução para a crise iniciada há mais de dois meses.

O impasse se agravou esta semana, com confrontos entre a polícia e manifestantes. A crise na Ucrânia começou com a recusa do presidente Viktor Ianukovich de assinar um tratado de associação com a União Europeia, uma decisão alegadamente tomada sob pressão da Rússia. Os manifestos e confrontos resultaram, até agora, em cinco mortes e mais de 100 detenções. 




Fonte: AFP e Agência Brasila






O que você deseja fazer?

Busca

EDIÇÕES ANTERIORES

Acervo de 09 de Junho de 1997 a 30 de Setembro de 2012. Para visualizar edições a partir de 1 de Outubro de 2012, acesse a Versão Digital do Correio do Povo. No menu, acesse “Opções” e clique em “Edições Anteriores”.