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29/01/2014 07:20 - Atualizado em 29/01/2014 08:03

Obama agirá por decreto se Congresso obstruir

Presidente dos Estados Unidos disse que ameaça da Al-Qaeda evoluiu

Obama agirá por decreto se Congresso obstruir<br /><b>Crédito: </b> Brendan Smialowski / AFP / CP
Obama agirá por decreto se Congresso obstruir
Crédito: Brendan Smialowski / AFP / CP
Obama agirá por decreto se Congresso obstruir
Crédito: Brendan Smialowski / AFP / CP

O presidente americano, Barack Obama, advertiu esta terça-feira que tomará decisões por decreto, se o Congresso se negar a agir em favor da classe média. Os Estados Unidos "não ficam parados, e eu tampouco. Assim, não importa onde e quando, poderei dar passos sem legislação para expandir as oportunidades para mais famílias americanas, e é o que eu vou fazer", disse o presidente.

Obama voltou a pedir ao Congresso que aprove a reforma migratória ainda este ano para regularizar a situação dos mais de 11 milhões de imigrantes que vivem ilegalmente nos Estados Unidos. Em seu discurso anual sobre o Estado da União, afirmou que "é hora de prestar atenção ao apelo dos líderes empresariais, sindicais, religiosos e autoridades, e compor nosso desgastado sistema migratório".

Obama citou estudos econômicos que garantem que uma reforma migratória contribuirá para a criação de emprego, estimulará o crescimento econômico e diminuirá o déficit. "Assim, façamos a reforma migratória este ano", insistiu o presidente, pedindo aos congressistas democratas e republicanos que façam de 2014 um "ano de ação" para obter "avanços juntos".

Al-Qaeda

O governo americano colocou a rede Al-Qaeda "no caminho da derrota", mas "sua ameaça evoluiu", e grupos correlatos plantam raízes em novos lugares do mundo, alertou Obama. "No Iêmen, Somália, Iraque e em Mali, temos de continuar trabalhando com aliados para enfraquecer essas redes e torná-las inoperantes", declarou.

O presidente também prometeu vetar qualquer projeto de lei apresentado pelo Congresso que imponha novas sanções ao Irã, em meio a sensíveis negociações sobre o programa nuclear de Teerã. "As sanções que nós colocamos em prática nos ajudaram a tornar essa oportunidade possível. Mas, deixe-me ser claro: se esse Congresso me enviar novos projetos de sanções, agora, isso ameaça descarrilar essas conversas. Eu vou vetar. Pelo interesse da nossa segurança nacional, precisamos dar à diplomacia uma chance de ser bem-sucedida", pediu Obama.

O presidente abordou ainda a situação na Ucrânia e apoiou os protestos pró-democracia. Ele defendeu que os manifestantes têm o direito de serem ouvidos sobre o futuro de seu país. "Na Ucrânia, defendemos o princípio de que as pessoas têm o direito de se expressar livre e pacificamente e que tenham a palavra para o futuro de seu país", completou Obama.

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Fonte: AFP







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