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30/01/2014 23:42 - Atualizado em 30/01/2014 23:46

BM traça planos para garantir segurança do transporte público

Policiais vão monitorar garagens e acompanhar parte da frota da Capital

A segurança dos motoristas, cobradores e dos usuários do transporte público de Porto Alegre será assegurada pela Brigada Militar nesta sexta-feira. A garantia é do comandante do Comando de Policiamento da Capital (CPC), coronel João Diniz Godoy, que nesta quinta-feira participou de reunião que traçou estratégias com relação à greve dos ônibus em Porto Alegre.

Segundo Godoy, a Brigada Militar estará presente também na assembleia dos rodoviários que será realizada na tarde desta sexta. “Vamos acompanhar o andamento da reunião e estaremos circulando nas rotas dos ônibus para evitar qualquer alteração ”, explicou. Conforme o comandante, a BM estará presente na frente das garagens para acompanhar a saída dos veículos e ainda fará o acompanhamento de 50% da frota que estará em circulação.

De acordo com Godoy, os policiais militares estão prontos para dar segurança aos ônibus que deixarem as garagens, mas que a instituição não tem a tarefa de retirar os piquetes da frente das empresas.

Apesar do acordo firmado no TRT4 ainda não está garantida a colocação de 50% da frota de ônibus nas ruas. “Nós vamos falar com os colegas. Tiramos a greve da ilegalidade, mas é o trabalhador quem manda”, afirmou na noite desta quinta o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Júlio Gamaliel.

Segundo Alceu Weber, da comissão de negociação, a base da categoria está coesa e forte na greve. “Não pudemos fazer assembleia na quinta, pois ela está agendada para esta sexta”, explicou. Os prejuízos ao sistema de transporte público somam R$ 8 milhões, conforme o secretário municipal dos Transportes, Vanderlei Cappellari.

Integrantes de comissões de negociação do Sindicato se reuniram para avaliar a situação e as incertezas para o acordo ser integralmente cumprido. De acordo com o titular da SMT, o sistema de transporte público da cidade sofreu um prejuízo diário, aproximado, de R$ 2 milhões. “São custos com ônibus paralisados, depredações e manutenção da cidade.”


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Fonte: Cláudio Isaías / Correio do Povo






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