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31/01/2014 15:15

Carteiros continuam de braços cruzados no Estado

Presidente do sindicato estima adesão à greve de 70% dos trabalhadores

Presidente do sindicato estima adesão à greve de 70% dos trabalhadores<br /><b>Crédito: </b> Tarsila Pereira
Presidente do sindicato estima adesão à greve de 70% dos trabalhadores
Crédito: Tarsila Pereira
Presidente do sindicato estima adesão à greve de 70% dos trabalhadores
Crédito: Tarsila Pereira

Carteiros e outros servidores dos Correios continuaram nesta sexta-feira a greve iniciada ontem. Eles são contrários à mudança no plano de saúde da categoria e reivindicam troca de turno para fazer as entregas de correspondências por conta do calor. Um grupo se concentrou na frente da agência central em Porto Alegre para fazer uma caminhada até a Igreja Pompeia, na rua Barros Cassal. A movimentação estava prevista para as 9h30min, mas foi adiada para a tarde em razão da greve dos ônibus, que impediu que muitos chegassem ao local.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos do Rio Grande do Sul (Sintect/RS), Vitor Rittman da Silva, avaliou que, mesmo com a dificuldade de transporte, a paralisação dos motoristas e cobradores ajudou a mobilização da categoria representada por ele. “Quanto mais gente em greve, melhor”, explicou. Segundo o dirigente, a adesão até agora é de 70%, embora o órgão assegure que a participação não chegue a 20%. “Para nós, isso é uma mentira. Temos delegados em todas as unidades para fazer o levantamento”, declarou. Segundo ele, o trabalho está comprometido.

O sindicato analisa que a hora da entrada das correspondências, às 13h, é o período em que o sol está mais quente e, por isso, pede que o serviço comece pela manhã. Rittman alegou uma questão de saúde para a troca, levando em consideração o horário de verão.

Os trabalhadores também demonstraram preocupação com uma proposta de alteração da cobrança do plano de saúde. O presidente do sindicato ressaltou que, atualmente, não há mensalidade, somente pagamento de 10% de consultas. Pais e filhos podem ser enquadrados como dependentes. A mudança englobaria o desconto de uma mensalidade, o que os servidores rejeitam.

“Os Correios querem tirar esse benefício que é uma afronta”, declarou o operador de Triagem e Transbordo Cláudio Machado, 50 anos, que trabalha na função há 15 anos.

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Fonte: Karina Reif / Correio do Povo





» Tags:Greve Correios

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