Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 04/02/2014
  • 16:31
  • Atualização: 16:35

Valores para construção da segunda ponte do Guaíba variam em 50%

Valores propostos vão de R$ 642 milhões a R$ 962,8 milhões

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  • Samuel Vettori/Rádio Guaíba

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) recebeu quatro propostas para a construção da segunda ponte do Guaíba. Os valores foram conhecidos na manhã de hoje, em Brasília. A variação entre as propostas apresentadas chega a 50%.

A proposta de menor valor foi a do consórcio espanhol Isolux Corsán/Enescil, que cobrou R$ 642 milhões pelo trabalho. Em segundo lugar ficou o Consórcio Ponte do Guaíba, integrado pelas empresas Queiroz Galvão e EGT Engenharia. O montante chega a R$ 649,6 milhões. Na terceira colocação ficou o Consórcio Segunda Ponte Sobre o Rio Guaíba (OAS/CNO): R$ 942,8 milhões. O Consórcio Mendes Júnior/ATERPA/M.Martins foi o quarto colocado: R$ 962,8 milhões.

Com os valores conhecidos, a Comissão de Licitação vai analisar as propostas técnicas. “Ainda cabe negociação quanto ao valor dos serviços”, explicou o Coordenador Geral de Licitações do Dnit, Arthur Lima. O modelo escolhido para o contrato é o Regime Diferenciado de Contratação. A escolhida fica responsável pela elaboração dos projetos básico e executivo de engenharia e execução das obras de construção da ponte e dos acessos à BR 116 e BR 290.

A expectativa é que a obra de construção se inicie em maio ou junho, com prazo de execução de três anos. O anteprojeto foi apresentado pelo Dnit no início de outubro passado e custou R$ 5,7 milhões. A ponte deve ter extensão de 7,3 km e 28 metros de largura, incluindo o acostamento. Hoje, mais de 50 mil veículos percorrem diariamente a ponte atual, construída em 1958. O tráfego no trecho é interrompido de duas a quatro vezes por dia, por cerca de 30 minutos, devido ao içamento do vão móvel para a passagem de embarcações.

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