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10/02/2014 07:21 - Atualizado em 10/02/2014 09:23

Capital inicia terceira semana de greve dos rodoviários em dia de nova reunião no TRT

Ônibus novamente não circulam em Porto Alegre

Ônibus novamente não circulam em Porto Alegre<br /><b>Crédito: </b> André Ávila
Ônibus novamente não circulam em Porto Alegre
Crédito: André Ávila
Ônibus novamente não circulam em Porto Alegre
Crédito: André Ávila

Porto Alegre inicia nesta segunda-feira a terceira semana de greve dos rodoviários. Neste 15º dia de paralisação, mais uma vez os ônibus não circulam pelas ruas da Capital. A situação deve ficar assim pelo menos até o resultado da nova reunião de mediação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), marcada para as 11h.

• Crise no transporte público de Porto Alegre está longe do fim

Antes mesmo de marcada a reunião no TRT, os trabalhadores já tinham assembleia acertada para as 19h30min no Ginásio Tesourinha. A expectativa é de que os empresários apresentem uma nova proposta nesta manhã. Na última quinta-feira, a Seopa propôs reajuste salarial de 7,5%, R$ 19 de vale-alimentação e plano de saúde gratuito para funcionários e dependentes.

Nesta manhã, os rodoviários voltaram a fazer piquetes desde as primeiras horas em frente às garagens das empresas. No domingo, o Tribunal Regional do Trabalho cassou a liminar que havia determinado aos grevistas a liberação da saída dos ônibus das garagens em um prazo de 48 horas – a contar de sexta-feira passada. A decisã ofoi da desembargadora Maria Cristina Schaan Ferreira, plantonista da 1ª Seção de Dissídios Individuais do TRT.

A magistrada acatou mandado de segurança impetrado por Alceu Weber, da Comissão de Negociação de Greve dos rodoviários. Ele justificou o pedido alegando que “o piquete é da essência da greve e reconhecido em lei, destinado a transmitir a toda a categoria a decisão amplamente majoritária de fazer a greve”.

“Os piquetes são instrumentos legítimos de convencimento na adesão à greve”, discorreu a desembargadora, em parte de seu exame. Ela também salientou que os rodoviários requeriam nova reunião de mediação e que o eventual uso de força policial poderia acirrar os ânimos entre as partes.

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Fonte: Correio do Povo






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