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14/02/2014 08:13 - Atualizado em 14/02/2014 08:24

Salva-vidas mulheres ainda são minoria no Estado

Presença delas nas guaritas gera curiosidade entre os banhistas

Salva-vidas Mariana Rittmann atua na guarita 148, em Tramandaí<br /><b>Crédito: </b> André Ávila
Salva-vidas Mariana Rittmann atua na guarita 148, em Tramandaí
Crédito: André Ávila
Salva-vidas Mariana Rittmann atua na guarita 148, em Tramandaí
Crédito: André Ávila

De um universo de mais de 800 salva-vidas no Litoral Norte, apenas 13 mulheres integram a Operação Golfinho nesta temporada. A presença delas nas guaritas gera curiosidade, especialmente se a salva-vidas é bonita, como é o caso de Mariana Rittmann, 26 anos, que atua na guarita 148, em Tramandaí.

Essa é a segunda vez que participa da operação, mas alguns veranistas parecem não conseguir se acostumar. No início, pensou que não iriam respeitá-la, mas estava enganada. “Eles respeitam. Não sei se é porque tem um colega junto. Já ouvi piadinhas, mas nada ofensivo”, relatou.

Há quatro anos na BM, explicou que é preciso manter um preparo o ano inteiro para conseguir atuar. “A nossa força física é menor, por isso, temos que aprimorar a técnica”, disse ela, que mede 1,60 metro. “O estilo de nado é diferente. Precisa saber ler o mar, observar a corrente”, afirmou. A decisão de começar a participar veio por causa da paixão pelo mar, aliada com a gratificação de salvar vidas.

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Fonte: Correio do Povo







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