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14/02/2014 12:11 - Atualizado em 14/02/2014 12:26

Entra em vigor novo modelo de cálculo da tarifa de ônibus em Porto Alegre

Valor da passagem para 2014 depende ainda do reajuste dos salários dos rodoviários

Conforme previsto, foi publicado nesta sexta-feira o decreto que define as novas regras para calcular a tarifa de ônibus em Porto Alegre. A regulamentação foi feita com base em decisão recente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS). Para que seja conhecido o valor da passagem para 2014, falta ainda a definição do reajuste dos salários dos rodoviários.

Segundo o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, a única alteração que impacta no valor da tarifa "para baixo" é a revisão dos índices de consumo de itens, como pneus e acessórios dos ônibus. Cappellari destaca que, desde a última atualização da planilha, esses componentes apresentam melhor desempenho e menor custo, o que deve reduzir o impacto sobre a tarifa.

"A única inclusão agora que tem impacto sobre o aumento da tarifa é exatamente a revisão dos índices que vão puxar, talvez, um aumento menor na tarifa, já que estes índices de consumo melhoraram bastante nestes últimos cinco anos. E nós vamos incluí-los na revisão da tarifa, que será solicitada pelo Sindicato das Empresas (de Ônibus de Porto Alegre)", afirmou o gestor da EPTC.

Por outro lado, Cappellari lembra que o TCE voltou a considerar adequado contabilizar a depreciação da frota reserva e o valor dos seguros dos ônibus nos cálculos da tarifa, o que eleva o preço da passagem. Entretanto, segundo o representante da EPTC, o impacto é mínimo.

O TCE ainda determinou que a EPTC avaliasse a possibilidade de que a fixação da tarifa tivesse como parâmetros os dados e os custos das empresas privadas, excluindo-se, para esse fim, os dados correspondentes à Carris, que têm custo mais alto. A sugestão, entretanto, não foi seguida pela EPTC porque, segundo Cappellari, os custos utilizados já são os intermediários, excluindo-se os mais altos e mais baixos. Cappellari afirma que, por conta disso, não haveria diferença na tarifa contabilizar ou não os gastos da Carris.

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Fonte: Gabriel Jacobsen / Rádio Guaíba






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