Porto Alegre, terça-feira, 21 de Outubro de 2014

  • 19/02/2014
  • 07:32
  • Atualização: 08:18

Manifestantes tailandeses ameaçam tomar QG de crise do governo

Reuniões ministeriais em complexo foram canceladas

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  • AFP

Os manifestantes que exigem a renúncia da primeira-ministra tailandesa Yingluck Shinawatra seguiram nesta quarta-feira para o quartel-general da crise, aumentando a pressão sobre o governo um dia depois dos confrontos que deixaram cinco mortos e dezenas de feridos.

Nesta quarta-feira, muitos manifestantes viajaram até a zona norte Bangcoc e se posicionaram diante de uma área do ministério da Defesa, que Yingluck utilizou nas últimas semanas como sede alternativa do governo, já que a sede oficial está bloqueada pelos opositores.

"É difícil aceitar o fato de que Yingluck tenha ordenado (à polícia) que nos matasse e que agora se esconde no escritório do secretário permanente de Defesa. Vamos tomar (o escritório) e a encontraremos", afirmou o líder do movimento, Suthep Thaugsuban. Todas as reuniões ministeriais previstas para esta quarta-feira neste complexo foram canceladas, segundo uma fonte do governo.

A explosão da violência nessa terça-feira acabou com a esperança de trégua na crise política que, desde o fim do ano passado, provocou 16 mortes e centenas de feridos. Uma operação da polícia para tentar recuperar alguns edifícios bloqueados pelos manifestantes há várias semanas, incluindo a sede do governo, provocou vários confrontos violentos. Explosões e tiros sacudiram um bairro do centro histórico de Bangcoc, perto das principais atrações turísticas da capital. Cinco pessoas morreram, incluindo um policial, e dezenas ficaram feridas nos confrontos.

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