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20/02/2014 19:30

Com 700 mil cartas retidas, Correios ainda não definiram por mutirão no fim de semana

Tribunal Superior do Trabalho chamou reunião de conciliação para segunda-feira

Com mais de 700 mil correspondências atrasadas em razão da greve dos Correios, que já dura 21 dias, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), ainda não definiu se um terceiro mutirão ocorre no próximo fim de semana para tentar colocar a demanda em dia.

Segundo a estatal, durante a semana, ocorreram ações para minimizar os efeitos da greve com realocação de empregados de outras áreas e realização de horas extras. Dos 8,6 mil funcionários dos Correios do Rio Grande do Sul, 11% (cerca de 988) seguem mobilizados, segundo a estatal.

Já o sindicato da categoria garante que a adesão é de 60%. Ainda conforme os Correios, um levantamento apontou que nove unidades estão deixando de atender a determinação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) para que a Federação dos Trabalhadores mantenha 40% das equipes atendendo a população. A multa diária para o sindicato é de R$ 50 mil.

O relator do processo de dissídio dos Correios, Ministro Márcio Eurico Vitral Amaro, agendou para a próxima segunda-feira, em Brasília, audiência de conciliação entre os Correios e a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect). A audiência decorre da ação cautelar preparatória que os Correios protocolaram junto ao TST solicitando a suspensão da paralisação parcial, que atinge 13 Estados. O Tribunal só deve julgar o mérito do caso se não houver conciliação.

Consumidor deve contatar fornecedor durante a greve

Para minimizar prejuízos ao consumidor, o Procon Porto Alegre recomenda, como primeira medida, um contato com os fornecedores de produtos e serviços. Isso porque deve-se buscar um meio alternativo para o pagamento das dívidas de boletos enviados pelos Correios, como faturas de água, luz, condomínio e telefone.

A diretora executiva do Procon Porto Alegre, Flávia do Canto Pereira, alertou que o consumidor deve estar ciente de que a falta do recebimento da fatura não é motivo pra que ele não pague a dívida, já que o prazo de vencimento, em princípio, não muda. De outro lado, o fornecedor pode ajudar, estendendo o prazo por meio do envio de uma segunda fatura, explica Flávia.

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Fonte: Rádio Guaíba





» Tags:Greve Correios


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