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20/02/2014 20:15 - Atualizado em 20/02/2014 20:33

Maduro ameaça bloquear CNN na Venezuela

Presidente acusa TV americana de fazer "propaganda de guerra"

Presidente acusa TV americana de fazer propaganda de guerra<br /><b>Crédito: </b> Presidência da República da Venezuela Divulgação / CP
Presidente acusa TV americana de fazer propaganda de guerra
Crédito: Presidência da República da Venezuela Divulgação / CP
Presidente acusa TV americana de fazer propaganda de guerra
Crédito: Presidência da República da Venezuela Divulgação / CP

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ameaçou nesta quinta-feira bloquear a rede de televisão americana CNN. Ele afirma que o canal jornalístico está fazendo "propaganda de guerra" em sua cobertura.

"Pedi à ministra (das Comunicações) Delcy Rodríguez que notifique à CNN sobre o início do processo administrativo para tirá-los da Venezuela caso não mudem isto", disparou o herdeiro do chavismo. "Já basta de propaganda de guerra", advertiu Maduro.

O país enfrenta uma onda de protestos, com opositores e apoiadores do regime se digladiando nas ruas. Em meio a isso, a justiça da Venezuela ratificou nesta quinta-feira a prisão preventiva do líder da oposição Leopoldo López em uma audiência realizada em uma base militar onde ele está preso desde terça-feira pela suposta responsabilidade sobre os protestos violentos na semana passada. Se condenado, a pena de López pode chegar a 10 anos.

A esposa de López, Lilian Tintori, foi quem deu a notícia pelo Twitter. "Termina a audiência. Ratificada a medida privativa de liberdade. A mudança está em cada um de nós. Não se rendam. Eu não me renderei". Horas antes do resultado da audiência, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou em um discurso transmitido pela televisão que López permaneceria sob custódia e que enfrentaria as acusações criminais.

"Eu disse: 'mande-o para a cadeia', e foi isso que aconteceu e é isso o que vai acontecer com todos os fascistas", alertou Maduro, em um discurso que durou mais de duas horas. "Eu não vou permitir que ele desafie o povo da Venezuela, a Constituição", afirmou.

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Fonte: AFP






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