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21/02/2014 15:26 - Atualizado em 21/02/2014 16:16

Quatro casas noturnas são fechadas no Centro de Porto Alegre

Locais tiveram o alvará suspenso a pedido da Brigada Militar

Locais foram fechados após operação da Brigada e SMIC<br /><b>Crédito: </b> Agnese Schifino / Divulgação PMPA / CP
Locais foram fechados após operação da Brigada e SMIC
Crédito: Agnese Schifino / Divulgação PMPA / CP
Locais foram fechados após operação da Brigada e SMIC
Crédito: Agnese Schifino / Divulgação PMPA / CP

As boates Casa Blanka, Adegas, Metrópolis e Sobradinho, localizadas na rua Marechal Floriano, no Centro da Capital, foram fechadas nesta sexta. Os locais tiveram o alvará de localização e funcionamento da Secretaria Municipal de Indústria  e Comércio (Smic) suspenso por solicitação da Brigada Militar (BM) devido à ocorrência de assassinatos e outros crimes dentro ou nos arredores dos estabelecimentos. A ação foi aprovada pelo Ministério Público Estadual.

Segundo dados da BM, desde outubro de 2013, ocorreram cinco mortes e três tentativas de homicídio na região.  Os casos relacionados à violência e perturbação da ordem são motivo de preocupação de moradores, empresários e autoridades. Para buscar uma convivência harmônica entre a comunidade e as casas noturnas, a Smic promoveu uma audiência pública dia 18 de julho de 2013. Participaram moradores, Brigada Militar, representantes do Centro Administrativo Regional (CAR) Centro e donos dos estabelecimentos.

Os proprietários das quatro casas se comprometeram a adotar uma série de medidas para controlar a criminalidade: fechar às 3h30min da madrugada com tolerância de 30 minutos, colocar detector de metais na entrada, instalar câmeras na frente das casas, cobrar ingresso e aumentar a segurança particular.

A antecipação do horário de fechamento foi proposta pela Brigada Militar com base em dados relativos a ocorrências criminais. Um estudo constatou que 10 entre 12 casos em que houve homicídios ou tentativas, além de grande número de furtos, ocorreram entre 4h e 6h.

Na audiência pública, ficou estabelecido um prazo de meio ano para acabar com as situações de violência e arruaça que perturbam os moradores e pessoas que precisam circular pelo centro de manhã cedo para trabalhar. Passados sete meses, os proprietários das casas não teriam adotado as medidas acordadas na audiência pública. Os moradores continuam reclamando da ocorrência de tiroteios, prostituição infantil, tráfico e uso de drogas, atos obscenos e uso das calçadas como latrinas.

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Fonte: Stephany Sander/Rádio Guaíba






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