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23/02/2014 19:57 - Atualizado em 23/02/2014 20:06

Protestos noturnos na Venezuela deixam 25 feridos

Manifestantes a favor do governo e de posição entraram em confronto no leste de Caracas

Manifestantes a favor do governo e de posição entraram em confronto no leste de Caracas<br /><b>Crédito: </b> Luis Robayo / AFP /CP
Manifestantes a favor do governo e de posição entraram em confronto no leste de Caracas
Crédito: Luis Robayo / AFP /CP
Manifestantes a favor do governo e de posição entraram em confronto no leste de Caracas
Crédito: Luis Robayo / AFP /CP

Os protestos da noite desse sábado no leste de Caracas deixaram o total de 25 feridos entre membros da oposição e as forças da ordem, informou neste domingo a prefeitura de Chacao. Os confrontos ocorreram na zona de Altamira e terminaram "com catorze pessoas feridas por disparos de cartucho (à distância), nove contundidos (por golpes) e dois intoxicados (por gás)", revelou o prefeito de Chacao, Ramón Muchacho.

Não houve registro de feridos por bala em Chacao, feudo da oposição e local dos protestos estudantis contra o governo do presidente Nicolas Maduro. Na noite de sábado, os choques se concentraram em torno da Praça Altamira, mas terminaram antes da meia-noite, segundo a prefeitura.

Há quase três semanas, a Venezuela enfrenta uma onda de protestos contra a insegurança, a crise econômica e o desabastecimento. As manifestações já provocaram a morte de dez pessoas, sendo cinco baleadas.

Os confrontos em Chacao ocorreram após o protesto que reuniu mais de 50 mil pessoas em Caracas, convocadas pelo líder opositor Henrique Capriles para exigir o desarmamento dos paramilitares e medidas contra a crise econômica.

Neste domingo, o presidente venezuelano Nicólas Maduro denunciou o assassinato de um jovem em um piquete da oposição em San Cristóbal, no oeste do país. Em um discurso para centenas de partidários reunidos diante do Palácio de Miraflores, Maduro afirmou que o jovem foi atacado em um bloqueio de rua de radicais: "não queriam deixá-lo passar, ele insistiu e quando passou foi esfaqueado por uma pessoa".

Já o prefeito de San Cristóbal, o opositor Daniel Ceballos, afirmou que o jovem foi morto em um assalto: "morreu vítima da insegurança, esfaqueado" por um ladrão. Maduro denunciou ainda que seus parentes e amigos, inclusive a filha de Diosdado Cabello, presidente da Assembleia Nacional, foram alvo de agressões nos últimos dias, mas não deu detalhes dos incidentes.

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Fonte: AFP






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