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24/02/2014 07:12 - Atualizado em 24/02/2014 08:03

Maduro promete comissão da verdade por protestos

Presidente da Venezuela rejeitou mediação estrangeira

A Venezuela vivencia quase três semanas de protestos da oposição, liderados por estudantes <br /><b>Crédito: </b> Raul Arboleda / AFP / CP
A Venezuela vivencia quase três semanas de protestos da oposição, liderados por estudantes
Crédito: Raul Arboleda / AFP / CP
A Venezuela vivencia quase três semanas de protestos da oposição, liderados por estudantes
Crédito: Raul Arboleda / AFP / CP

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesse domingo que pedirá à Assembleia Nacional a criação de uma comissão da verdade para esclarecer os acontecimentos das quase três semanas de protestos no país, que deixaram 10 mortos. Maduro, no entanto, rejeitou uma eventual mediação estrangeira.

"Vou pedir à Assembleia Nacional que forme uma comissão da verdade que investigue toda a violência que ocorreu, que investigue todas as denúncias sobre este golpe de Estado em marcha, que investigue todas as mentiras e manipulações nacionais e internacionais", disse Maduro em uma entrevista ao canal multiestatal Telesur.

A Venezuela vivencia quase três semanas de protestos da oposição, liderados por estudantes, com um balanço de pelo menos 10 mortos. Maduro acusa a oposição de organizar os protestos, com o apoio de grupos ultraconservadores dos Estados Unidos e Colômbia "para justificar a intervenção estrangeira na Venezuela".

O presidente disse que a comissão poderia estar integrada por "venezuelanos de bem", incluindo membros do clero católico, jornalistas e historiadores. Maduro rejeitou uma eventual intervenção de outros países para solucionar o conflito político interno da Venezuela, como sugeriu no sábado o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o chileno José Miguel Insulza.

“A Venezuela não pode sofrer intervenção por nada, aqui entra quem nós convidamos. Insulza deve estar, como sempre, com a cabeça a incomodada pelas pressões em Washington (sede da OEA) e ele sabe que a OEA já passou, talvez, para a história", disse Maduro.

O presidente também anunciou que o país se prepara para recordar, em 5 de março, o primeiro ano da morte de Hugo Chávez, que governou a Venezuela de 1999 a 2013.

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Fonte: AFP






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