Porto Alegre, segunda-feira, 24 de Novembro de 2014

  • 27/02/2014
  • 16:29
  • Atualização: 16:31

Libertado segundo dos cinco cubanos condenados por espionagem nos EUA

Agentes são considerados heróis “anti-terroristas” na ilha

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  • AFP

Fernando González, um dos cinco agentes cubanos condenados nos Estados Unidos por espionagem, foi libertado nesta quinta-feira após cumprir sua sentença, e será deportado imediatamente. O cubano deixou o centro correcional federal de Safford, no Arizona (sudoeste), e foi deixado à disposição dos serviços de imigração até que se proceda sua deportação para Havana, informou Chris Burke, porta-voz do Sistema Penitenciário local.

González, que cumpriu 17 anos e nove meses de prisão, é o segundo dos cinco cubanos a completarem sua sentença, depois de René González, libertado em 2013. Os cinco agentes cubanos, detidos em setembro de 1998 na Flórida, são considerados na ilha "heróis anti-terroristas".

Os outros três cumprem condenações mais longas, incluindo um que foi sentenciado à prisão perpétua pela morte de quatro homens em Miami em um acidente de avião provocado por MiGs cubanos. As autoridades cubanas admitiram que todos pertenciam a seus serviços de segurança, mas sempre sustentaram que eles vigiavam anticastristas de Miami e não os Estados Unidos.

Fernando González, um dos cinco agentes cubanos condenados nos Estados Unidos por espionagem, foi libertado nesta quinta-feira após cumprir sua sentença, e será deportado imediatamente, informaram fontes oficiais. O cubano deixou o centro correcional federal de Safford, no Arizona (sudoeste), e foi deixado à disposição dos serviços de imigração até que se proceda sua deportação para Havana, informou à AFP Chris Burke, porta-voz do Sistema Penitenciário local. González, que cumpriu 17 anos e nove meses de prisão, é o segundo dos cinco cubanos a completarem sua sentença, depois de René González, libertado em 2013. Os cinco agentes cubanos, detidos em setembro de 1998 na Flórida, são considerados na ilha "heróis anti-terroristas". Os outros três cumprem condenações mais longas, incluindo um que foi sentenciado à prisão perpétua pela morte de quatro homens em Miami em um acidente de avião provocado por MiGs cubanos. As autoridades cubanas admitiram que todos pertenciam a seus serviços de segurança, mas sempre sustentaram que eles vigiavam anticastristas de Miami e não os Estados Unidos.