Porto Alegre, domingo, 21 de Dezembro de 2014

  • 27/02/2014
  • 18:53
  • Atualização: 19:01

Incêndio na Academia da PM começou no centro de fileira de 206 viaturas

Brigada Militar suspeita que local foi escolhido na tentativa de causar mais destruição

Brigada Militar suspeita que local foi escolhido na tentativa de causar mais destruição | Foto: Fabiano do Amaral

Brigada Militar suspeita que local foi escolhido na tentativa de causar mais destruição | Foto: Fabiano do Amaral

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  • Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Três dias após a queima de dez viaturas no interior da Academia de Polícia Militar, na zona Leste de Porto Alegre, a Brigada Militar (BM) informa que o prejuízo poderia ser ainda maior. Isso porque os carros destruídos estavam estacionados no centro de um fileira com 206 automóveis. De acordo com as investigações de um possível incêndio criminoso, a ideia seria fazer o fogo se alastrar para os dois lados.

"Acredito que poderiam ter ateado fogo ali primeiro para se camuflarem, para não serem vistos, e justamente para tentar uma maior abrangência”, avaliou o chefe de Comunicação Social da BM, major Leandro Balen, Cada caminhonete custa em média R$ 90 mil. Os veículos incendiados não tinham seguro e seis tiveram perda total.

O major também reforça a hipótese de que houve um incêndio criminoso, mas sem a utilização de coquetéis molotov. A suspeita é de que o fogo tenha sido iniciado dentro de um dos veículos. A BM trata o incêndio das viaturas como um atentando, porém não informa se houve a participação de brigadianos.

Câmeras de segurança da região podem auxiliar na elucidação do crime. Os policiais que faziam a guarda da academia já foram ouvidos pela Corregedoria da Brigada Militar. A corporação ainda aguarda a chegada do laudo da perícia. Como ainda há cerca de 190 viaturas no local, a BM reforçou a segurança no prédio para evitar atos semelhantes.

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