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28/02/2014 08:16 - Atualizado em 28/02/2014 08:24

Acordo nacional do PMDB alimenta disputa no RS

Em lados opostos, Ziulkoski e Sartori registram pré-candidaturas ao Piratini

Sartori defende aliança com Campos, enquanto Ziulkoski quer ficar ao lado de Dilma<br /><b>Crédito: </b> Montagem sobre fotos de Luiz Gonçalves e Fabio Pozzebom / Agência Brasil / CP Memória
Sartori defende aliança com Campos, enquanto Ziulkoski quer ficar ao lado de Dilma
Crédito: Montagem sobre fotos de Luiz Gonçalves e Fabio Pozzebom / Agência Brasil / CP Memória
Sartori defende aliança com Campos, enquanto Ziulkoski quer ficar ao lado de Dilma
Crédito: Montagem sobre fotos de Luiz Gonçalves e Fabio Pozzebom / Agência Brasil / CP Memória

Depois de 20 anos, o PMDB gaúcho volta a ter disputa interna que envolve não apenas o nome do candidato ao governo do Estado, mas principalmente quem a sigla irá apoiar para a Presidência da República. Apoiado pelo senador Pedro Simon, o ex-prefeito de Caxias do Sul José Ivo Sartori, que registra a candidatura nesta sexta, conta com a sustentação de grande parte da cúpula peemedebista. Responsável pela aproximação de Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (Rede), Simon tem ao seu lado a bancada estadual do partido e três dos quatro deputados federais favoráveis à coligação com o socialista.

O adversário de Sartori, Paulo Ziulkoski, por sua vez, que também registra a pré-candidatura nesta sexta, tem como apoiadores o presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Eliseu Padilha, e a Associação de Prefeitos do partido, que tem entre seus líderes o prefeito de Gravataí Marco Alba. Padilha, que é ligado ao vice-presidente Michel Temer, trabalha nos bastidores pela manutenção do apoio à presidente Dilma Rousseff.

No ano passado, o PMDB realizou 15 encontros no Interior, onde o nome de Sartori foi aclamado como candidato na grande maioria das reuniões. A demora para assumir a candidatura e o trabalho de Padilha e Alba junto aos prefeitos, no entanto, alterou o cenário. Nos bastidores, já se fala que o apoio da base virou de Sartori para Ziulkoski, que assumiu a pauta do municipalismo como bandeira de campanha.

A mudança no quadro eleitoral interno do partido acabou gerando polêmica na definição da resolução com as regras que nortearão a pré-convenção. Além de delegados e presidentes do partido, prefeitos e vereadores em exercício também terão direito a voto no dia 15 de março. O que, segundo a ala pró-Ziulkoski, pode virar o amplo favoritismo de Sartori. 'É a base contra a cúpula', dizem os aliados do presidente da Confederação Nacional dos Municípios.

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Fonte: Iuri Ramos / Correio do Povo







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