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02/03/2014 14:31 - Atualizado em 02/03/2014 14:37

Milhares fazem manifestação em Moscou a favor da intervenção na Crimeia

Grupo ocupou centro da capital russa após protesto antiguerra, que teve 300 detidos

Milhares fazem manifestação em Moscou a favor da intervenção na Crimeia<br /><b>Crédito: </b> Olha Maltseva / AFP / CP
Milhares fazem manifestação em Moscou a favor da intervenção na Crimeia
Crédito: Olha Maltseva / AFP / CP
Milhares fazem manifestação em Moscou a favor da intervenção na Crimeia
Crédito: Olha Maltseva / AFP / CP

Milhares de pessoas realizaram uma manifestação, no centro de Moscou, contra a mudança de poder na Ucrânia e em apoio à população de origem russa na península da Crimeia. A manifestação começou pouco depois de terminar um protesto antiguerra também na capital russa.

Segundo o Ministério do Interior da Rússia, da marcha, que partiu da Praça Púchkin, participaram 27 mil pessoas, convocadas “para apoiar o povo irmão na luta contra os provocadores que tomaram o poder em Kiev”.

Sob o lema “Assembleia popular pelo povo irmão”, os manifestantes marcharam com bandeiras russas e cartazes com legendas como “Defenderemos a Crimeia” ou “A Crimeia está conosco”.

Além da marcha, cerca de 50 veículos integraram uma caravana nas colinas de Vorobiev, antigas colinas de Lenine, também em apoio aos russos da Crimeia.

A manifestação de apoio aos russos da Crimeia e contra as novas autoridade de Kiev desenrolou-se sem incidentes, pouco depois de terminar, em uma zona próxima de Moscou, um protesto contra a intervenção russa nessa península ucraniana. Mais de 300 pessoas foram detidas na manifestação, onde gritaram “Não à guerra”.

A tensão entre na agravou-se na última semana, após a queda do ex-presidente Viktor Ianukóvitch, por causa da Crimeia, península do Sul do país onde se fala russo e está localizada a frota da Rússia no Mar Negro.

A Câmara Alta do Parlamento russo aprovou ontem, por unanimidade, um pedido do presidente Vladimir Putin para autorizar “recurso às Forças Armadas no território da Ucrânia”. A decisão foi tomada um dia depois da denúncia de que a Rússia fez uma “invasão armada” na Crimeia.

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Fonte: Agência Brasil






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