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03/03/2014 22:10 - Atualizado em 03/03/2014 22:19

EUA suspendem cooperação militar com a Rússia

Ocidente pressiona Putin para interromper ação militar no território da Ucrânia

Ocidente pressiona Putin para interromper ação militar no território da Ucrânia<br /><b>Crédito: </b> Alexander Nemenov / AFP / CP
Ocidente pressiona Putin para interromper ação militar no território da Ucrânia
Crédito: Alexander Nemenov / AFP / CP
Ocidente pressiona Putin para interromper ação militar no território da Ucrânia
Crédito: Alexander Nemenov / AFP / CP

Os Estados Unidos "suspenderam todos os vínculos militares" entre Washington e Moscou, em consequência da
intervenção russa na Crimeia. O anúncio foi feito pelo Pentágono nesta segunda-feira. "Isso compreende os exercícios e as reuniões bilaterais, as escalas de navios e as conferências de planejamento militar", declarou o porta-voz da Defesa americana, o contra-almirante John Kirby.

Em meio a críticas de todas as nações ocidentais e particularmente da União Europeia, as decisões militares do governo de Vladimir Putin também foram colocadas em cheque pelo Reino Unido. "A Rússia deve enfrentar pressões diplomáticas, políticas, econômicas e outras por ter violado a soberania e a integridade territorial da Ucrânia", afirmou o primeiro-ministro britânico, David Cameron, buscando "enviar uma mensagem muito clara" nesta segunda-feira.

Ele também qualificou como "muito preocupante" a eventualidade de um ultimato das forças russas aos militares ucranianos estacionados na Crimeia, estimulando-os a se entregarem sob pena de um ataque. Ao ser interrogado, mais cedo, sobre se o Reino Unido excluiria qualquer intervenção militar, o porta-voz do premier britânico respondeu que "apenas as soluções pacíficas e diplomáticas estão sendo estudadas".

Em Kiev, o ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, considerou a situação na Ucrânia como "a pior crise na Europa" desde o início do século e advertiu Moscou sobre os "custos significativos" que a intervenção militar na Crimeia pode ter.

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Fonte: AFP






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