Porto Alegre, segunda-feira, 22 de Dezembro de 2014

  • 11/03/2014
  • 10:53
  • Atualização: 11:19

Servidores do Grupo Hospitalar Conceição paralisam por 12 horas

Categoria reivindica aumento real de 4% e apenas casos de gravidade extrema estão sendo atendidos

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  • Dico Reis / Rádio Guaíba

Os servidores do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) realizam paralisação desde as 7h desta terça-feira em frente aos hospitais Conceição, Cristo Redentor e Fêmina. O ato, que termina às 19h, havia sido planejado em fevereiro, após assembleia da categoria definir estado de greve. Eles reivindicam aumento real de 4% e equiparação do vale-alimentação aos funcionários do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que é considerado referência para trabalhadores federais.

De acordo com o presidente da Associação dos Servidores do GHC, os atendimentos passam por uma triagem que leva em consideração a gravidade do caso. Somente estão sendo atendidos os pacientes de gravidade extrema, consultas de agendamento difícil e mantidos os trabalhos nas unidades vitais dos hospitais. Outra parada está programada para o dia 20 de março.

Agentes comunitários protestam em frente à Prefeitura

Um grupo de agentes comunitários de saúde de Porto Alegre realiza protesto em frente à Prefeitura da Capital desde o início da manhã desta terça. Com a manifestação, a categoria conseguiu agendar uma audiência com o secretário municipal da Saúde, Carlos Casartelli.

Segundo a presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde do RS, Josiane Rodrigues de Oliveira, a categoria reivindica o pagamento integral de um incentivo estadual que é repassado ao Executivo municipal no valor de R$ 950 a 499 agentes. O número, conforme Josiane, não representa o total de agentes comunitários em Porto Alegre, que seria atualmente de 813.

A Secretaria Municipal da Saúde sugeriu que o valor para os cadastrados seja rateado entre todos os funcionários. No entanto, a proposta descontentou o grupo.

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