Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 17/03/2014
  • 22:16
  • Atualização: 22:18

PSol e PSTU defendem militantes indiciados

Partidos consideraram caso como um “inquérito político”

PSol e PSTU defendem militantes indiciados | Foto: André Ávila / CP

PSol e PSTU defendem militantes indiciados | Foto: André Ávila / CP

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  • Correio do Povo

Lideranças do PSol e do PSTU consideraram como um “inquérito político” o pedido de indiciamento de três militantes dos dois partidos por formação de milícia privada e vandalismo durante os protestos populares em junho do ano passado em Porto Alegre. Em coletiva nesta segunda-feira, o dirigente nacional do PSol, Roberto Robaina, chegou a compará-lo com os procedimentos elaborados pelos militares durante a ditadura.

“O inquérito foi produzido com a mentalidade do Departamento de Ordem Política e Social (Dops)”, afirmou Robaina. As lideranças acusaram o governo do Estado de criar uma “farsa” para acusar as jovens lideranças dos partidos. A defesa é em relação a três dos sete indicados pela Polícia Civil, na sexta-feira: Lucas Maróstica, filiado ao PSol, e Gilian Cidade e Matheus Gomes, ambos ligados ao PSTU.

Como a denúncia foi apresentada ao Ministério Público do Estado, os dois partidos pediram, em encontro com o procurador-geral de Justiça, Eduardo de Lima Veiga, e ao subprocurador-geral da Justiça para Assuntos Jurídicos, Ivory Coelho Neto, a rejeição dos indiciamentos. Veiga ressaltou que o inquérito será analisado pelo ponto de vista jurídico e terá a sua tramitação normal.

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TAGS » Política, PSol, PSTU