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19/03/2014 08:02 - Atualizado em 19/03/2014 09:34

Dados do simulador de voo do piloto foram apagados, aponta investigação

Avião da Malaysia Ailines com 239 pessoas está desaparecido desde 8 de março

Complexo residencial  onde morava piloto de avião desaparecido<br /><b>Crédito: </b> Manan Vatsyayana / AFP / CP
Complexo residencial onde morava piloto de avião desaparecido
Crédito: Manan Vatsyayana / AFP / CP
Complexo residencial onde morava piloto de avião desaparecido
Crédito: Manan Vatsyayana / AFP / CP

Os investigadores da Malásia descobriram nesta quarta-feira que alguns dados do simulador de voo do piloto Zaharie Ahmad Shah, que estava no comando do Malaysia Ailines 370, foram apagados. "Alguns dados foram deletados do simulador. Os nossos esforços agora são para recuperar essas informações", disse Hishammuddin Hussein, ministro da Defesa.

O simulador de voo foi recuperado na casa do piloto durante o último fim de semana, como parte da investigação policial. Todos os tripulantes e funcionários da companhia que estavam envolvido com o voo 370 estão sendo investigados. Até que haja provas concretas, segundo o ministro, toda a tripulação e passageiros são considerados inocentes.

O registro dos dados de Zaharie no simulador foram cancelados no último dia 3 de fevereiro. O chefe de polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar, não comentou se a exclusão desses arquivos pode ser considerada suspeita.

Por fim, o ministro malasiano negou as últimas informações sobre a possibilidade de o avião ter sido avistado nas Maldivas. As pistas foram investigadas, mas descartadas pelos investigadores. 

Desaparecimento:

O voo MH370 da Malaysia Airlines desapareceu na madrugada de 8 de março após decolar da capital malaia Kuala Lumpur em direção a Pequim, na China. O Boeing sumiu dos radares uma hora depois da decolagem, entre o leste da Malásia e o sul do Vietnã, sem enviar mensagens de socorro.

Havia 239 pessoas a bordo do Boeing: 227 passageiros, incluindo duas crianças, e 12 tripulantes de 13 nacionalidades. Pelo menos dois passageiros utilizaram passaportes europeus roubados.

A Força Aérea da Malásia informou que a aeronave mudou de rota antes de desaparecer. O sistema de comunicação teria sido desligado e o avião teria diminuído a altitude para fugir dos radares. Entre as possíveis causas do desaparecimento estão as hipóteses de sequestro, terrorismo ou problemas psicológicos ou pessoais de alguém a bordo.

Pelo menos 26 países participam das operações de busca do avião: Austrália, Bangladesh, Birmânia, Brunei, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Filipinas, França, Índia, Indonésia, Japão, Cazaquistão, Quirguizistão, Laos, Malásia, Nova Zelândia, Paquistão, Reino Unidos, Rússia, Cingapura, Tailândia, Turquemenistão, Uzbequistão e Vietnã.

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Fonte: AFP






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