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20/03/2014 22:59 - Atualizado em 20/03/2014 23:18

Tarso admite que seu governo ainda “está devendo”

Petista aponta problemas com falta de servidores e atraso em verbas federais

Petista aponta problemas com falta de servidores e atraso em verbas federais<br /><b>Crédito: </b> Caco Argemi / Palácio Piratini / CP
Petista aponta problemas com falta de servidores e atraso em verbas federais
Crédito: Caco Argemi / Palácio Piratini / CP
Petista aponta problemas com falta de servidores e atraso em verbas federais
Crédito: Caco Argemi / Palácio Piratini / CP

O governador Tarso Genro declarou, nesta quinta-feira, que até agora, início do último ano da sua administração, 70% do seu plano de governo foi realizado. Em discurso durante a posse dos novos secretários estaduais, Tarso enumerou as prioridades e reconheceu que sua gestão ainda “está devendo” em alguns setores.

“Algumas políticas na área de assentamentos para a agricultura familiar recém começaram a ser implantadas. Por dificuldades técnicas e demora de recursos do governo federal. E essa é uma das lacunas que estamos tentando suprir durante o ano. São dívidas que temos, decorrentes dessas tramitações burocráticas ou escassez de servidores que encontramos e que temos condições de resolver agora”, afirmou.

Tarso ressaltou que obras como os acessos municipais ampliarão o percentual de conclusão do programa de governo anunciado em 2010 e aproveitou para criticar os governos anteriores, do PSDB e PMDB. “Temos a intenção de acelerar as obras de ligações municipais. Embora já tenhamos feito 50 obras do tipo, o dobro dos dois últimos governos, a nossa pretensão é chegar até o fim do ano com 70 prontas e 30 encaminhadas.”

Questionado se estaria otimista em aprovar a dezena de projetos do Executivo na Assembleia, Tarso afirmou ainda que não vê problemas nas relações do seu governo com o Legislativo, mas alfinetou os parlamentares. “A Assembleia já fez disputa política, tentou criar problemas para dar andamentos em projetos, esvaziou o quórum. Mas sabemos que isso tudo é normal no jogo político e o Legislativo não vai faltar ao Rio Grande. Vai votar o que tiver que votar e assumir a responsabilidade perante a sociedade gaúcha”, avaliou.

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Fonte: Correio do Povo






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