Porto Alegre, sábado, 25 de Outubro de 2014

  • 22/03/2014
  • 12:58
  • Atualização: 13:03

Justiça mantém um dos acusados do caso Amarildo na prisão

MP do Rio conseguiu reverter decisão que liberaria policial militar

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  • Agência Brasil

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve novo mandado de prisão para sargento acusado no caso da tortura e desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, no dia 14 de julho de 2013, após ser levado para averiguação na sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha.

O Ministério Público impetrou mandado de segurança e obteve liminar para suspender a decisão da 35ª Vara Criminal da Capital, que havia revogado a detenção do militar. No mandado, o Gaeco argumenta que o policial, que responde por crime de tortura seguida de morte e outros crimes, poderia causar embaraços à instrução criminal, por meio de coação de testemunhas ou fraude processual, além de o réu estar em situação similar à de outro acusado, que teve pedido de habeas corpus recentemente negado.

A juíza Daniella Alvarez Prado havia deferido, no dia 13 deste mês, o pedido de liberdade provisória feito pela defesa de Lourival, que foi solto nesta semana.


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