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26/03/2014 00:05 - Atualizado em 26/03/2014 00:59

Reitoria critica ação da PF que causou tumulto na UFSC

Ao menos cinco estudantes foram presos após policiais tentarem deter alunos por porte de maconha

UFSC repudia ação de policiais na universidade<br /><b>Crédito: </b> Cadu Rolim / Fotoarena / Folhapress / CP
UFSC repudia ação de policiais na universidade
Crédito: Cadu Rolim / Fotoarena / Folhapress / CP
UFSC repudia ação de policiais na universidade
Crédito: Cadu Rolim / Fotoarena / Folhapress / CP

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou nota de repúdio contra ação policial que provocou comoção no campus e instituição e acabou na prisão de cinco estudantes e ferimentos leves em diversos frequentadores do local. De acordo com a reitoria a comunidade viveu "ação violenta e desnecessária, comandada por Delegados da Polícia Federal, ferindo profundamente a autonomia universitária e os direitos humanos e qualquer protocolo que regule as relações entre as instituições neste país".

O confrontoi foi iniciado por conta da detenção de três alunos por suposto consumo de maconha. Outros estudantes formaram uma barreira para impedir que estes fossem levados pelos policiais. "Nunca fomos informadas sobre a realização desse procedimento. Lembramos ao Delegado que em todos os contatos com a Polícia Federal sempre foi solicitado que quaisquer ações de repressão violenta ao tráfico de drogas fossem realizadas fora das áreas da Universidade", acrescentou a nota da UFSC.

"Segundo relatos que nos foram feitos por telefone a imagem era de terror. Antes mesmo de quaisquer conflitos existirem já estavam presentes um grande efetivo, a tropa de choque, armas de bala de borracha e cachorros", detalhou a reitoria. "Um efetivo pronto para o conflito, foi isso que encontraram os que foram até o local, inclusive representantes da reitoria.Tentamos incansavelmente negociar com o Superintendente em exercício, mas a intransigência era clara e foi percebida por todos os presentes", criticou o documento, que ainda denuncia agressões a alunos, técnicos administrativos e professores.


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Fonte: Correio do Povo






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