Porto Alegre, quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

  • 26/03/2014
  • 09:56
  • Atualização: 10:25

Satélite detecta 122 objetos no mar que podem ser de avião malaio

Buscas pelo Boeing 777 foram retomadas na madrugada desta quarta

Buscas pelo Boeing 777 foram retomadas na madrugada desta quarta | Foto: Mohd Rasfan / AFP / CP

Buscas pelo Boeing 777 foram retomadas na madrugada desta quarta | Foto: Mohd Rasfan / AFP / CP

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  • Agência Brasil

A presença de 122 objetos foi detectada nesta quarta-feira em área ao Sul do Oceano Índico, onde são feitas as buscas ao avião da Malaysia Airlines, desaparecido desde 8 de março com 239 pessoas a bordo. Os objetos foram observados em imagens de satélite tiradas pelo Centro de Controle da Airbus para a Defesa e Espaço, em área de 400 quilômetros quadrados do oceano, disse o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, em entrevista coletiva. Para ele, o governo da Malásia será julgado favoravelmente na história pela sua conduta em relação ao desaparecimento do avião que fazia o Voo MH370. "A história vai julgar-nos de forma favorável", disse Hussein na entrevista.

As buscas ao avião da Malaysia Airlines foram retomadas na madrugada desta quarta, na Costa da Austrália Ocidental, a sudoeste da cidade australiana de Perth. Nessa terça-feira, parentes das vítimas chinesas do acidente protestaram em frente à Embaixada da Malásia em Pequim, manifestando desconfiança de que a verdade não foi revelada totalmente. "Exigimos o regresso dos nossos" ou "Eu não posso imaginar viver sem ti" eram frases lidas em camisetas dos manifestantes. A polícia chinesa colocou agentes na Embaixada da Malásia e fechou o trânsito na rua da representação diplomática, impedindo as pessoas de se aproximar. O protesto começou no hotel onde, há cerca de duas semanas, estão hospedados parentes dos passageiros chineses do voo da companhia malaia. Eles têm mantido reuniões com os responsáveis pela empresa.

O Voo MH370 da Malaysia Airlines decolou, no dia 8 de março, de Kuala Lumpur, com 239 pessoas a bordo, rumo a Pequim, mas desapareceu dos radares pouco depois da partida, em condições que continuam sem explicação, já que não foi registrado qualquer pedido de socorro ou comunicado qualquer perigo a bordo.

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