Porto Alegre, quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

  • 27/03/2014
  • 13:32
  • Atualização: 13:40

Após incêndio, sete estabelecimentos são reabertos no Mercado Público

Está previsto ainda investimento de R$ 19,5 milhões em reformas

Está previsto ainda investimento de R$ 19,5 milhões em reformas | Foto: Samuel Maciel

Está previsto ainda investimento de R$ 19,5 milhões em reformas | Foto: Samuel Maciel

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  • Correio do Povo

Os cinco restaurantes, uma sorveteria e uma loja de doces que funcionavam no piso superior do Mercado Público antes do incêndio reabriram nesta quinta-feira, no espaço onde eram realizados eventos, no andar térreo. Ao meio-dia, o prefeito José Fortunati, o vice-prefeito Sebastião Melo e o secretário municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), Humberto Goulart, realizaram uma visita ao local e conversaram com funcionários dos estabelecimentos. Logo após a vistoria o prefeito almoçou no Mercado Público.

De acordo com o prefeito, o Mercado Público é um espaço que todos os porto-alegrenses e os gaúchos adoram. “Este espaço será devolvido à comunidade melhor do que estava antes do incêndio”, explicou. Estão previstas para o próximo ano obras na rede de esgoto, troca do piso, pintura do prédio e a colocação de ar-condicionado em todo o Mercado Público. Com um investimento de R$ 19,5 milhões, as obras de recuperação do prédio deverão estar concluídas até o final deste ano.

Os setes estabelecimentos receberam as licenças necessárias para funcionar e ontem começaram a atender os clientes. O presidente da Associação dos Permissionários do Mercado Público, Ivan Konig Vieira, informou que os restaurantes, a casa de doces e a sorveteria deverão ficar cerca de um ano no espaço de eventos. No local, funcionam a sorveteria Beijo Frio, Casa de Pelotas e os restaurantes Sayuri, Mamma Julia, Telúrico, Bar 26 e Taberna 32. Os restaurantes atenderão com cardápio reduzido, oferecendo os pratos mais procurados pelos clientes.

Segundo Vieira, o investimento de R$ 220 mil para a construção das instalações provisórias foi custeado pelos proprietários. Ele estima que desde o incêndio o prejuízo de cada um dos sete permissionários tenha atingido cerca de R$ 300 mil. As obras de recuperação do Mercado Público, que sofreu um incêndio no dia 6 de julho de 2013, estão orçadas em R$ 19,5 milhões e serão custeadas por recursos do PAC Cidades Históricas do governo Federal. Parte dos valores, R$ 6,5 milhões, já foi aprovada. Outros R$ 13 milhões serão avaliados conforme a apresentação de projetos para liberação dos recursos pela União.

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