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27/03/2014 14:52 - Atualizado em 27/03/2014 15:00

Greve reduz 70% dos atendimentos no HPS e em Pronto-Atendimentos

Paralisação de 48 horas dos profissionais começou na quarta-feira

A paralisação dos profissionais da saúde do município de Porto Alegre reduziu em 70% os atendimentos no Hospital de Pronto Socorro (HPS) e nos Pronto-Atendimentos (PA) Bom Jesus e Cruzeiro do Sul, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. Estes são os locais onde a mobilização dos profissionais é maior. Mesmo assim, a greve também atinge, com menor intensidade, o Hospital Materno Infantil Presidente Vargas e o PA Lomba do Pinheiro.

Segundo a diretora da área da saúde do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre, Debora Carvalho Xavier, na quarta-feira, entre as 8h e 17h, foram realizados 78 atendimentos, quando a média nos dias normais é de 194, resultando numa redução de 60%. “Essa é a prova de que a paralisação tem força”, resumiu Debora, enquanto acompanhava a mobilização em frente ao HPS, onde foi montado um piquete.

Antes de acessar o Hospital, os pacientes passavam por uma triagem. Os casos menos graves eram orientados a buscar os postos de saúde. A triagem foi considerada irregular pela Secretaria de Saúde por ser realizada num ambiente impróprio e por profissionais não aptos.

A greve

A greve de 48 horas dos profissionais começou nesta quarta-feira e seguirá até as 8h da manhã desta sexta. Aderiram ao movimento os médicos, enfermeiros e trabalhadores da área administrativa e de manutenção. Está prevista para as 9h de desta sexta uma assembleia geral, na sede do Simpa, no bairro Cidade Baixa.

No encontro, os profissionais vão discutir os próximos atos do movimento. Não está descartada uma paralisação por tempo indeterminado. “A Prefeitura não está sinalizando que deverá negociar. Então há um sentimento forte de uma greve maior”, resumiu a diretora.

A líder sindical reconheceu que o movimento teve baixa adesão no Hospital Presidente Vargas - porque há uma pressão grande da direção contra os servidores, em especial os mais novos. O mesmo ocorre na Lomba do Pinheiro, onde a maior parte dos trabalhadores é terceirizado.

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Fonte: Mauren Xavier / Correio do Povo





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