Porto Alegre, domingo, 23 de Novembro de 2014

  • 28/03/2014
  • 18:22
  • Atualização: 18:23

PM acusado de formação de milícia também vai responder por deserção

Soldado é considerado foragido, pois há um mandado judicial autorizando a sua prisão

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  • Samuel Vettori / Rádio Guaíba

O soldado da Brigada Militar (BM) investigado por supostamente matar queimado um homem e espancar outro não se apresentou à corporação e passa a responder também pelo crime militar de deserção. O soldado tinha prazo até o dia 17 para se apresentar, quando venceu a licença saúde que o mantinha afastado do serviço. O policial também é considerado foragido porque há um mandado judicial autorizando a prisão pela suspeita de formação de milícia.

Ele um colega, que se apresentou no início do mês e foi preso, foram indiciados pelo delegado Wagner Dalcin. Os dois PMs, de 27 anos, foram também denunciados pelo Ministério Público (MP) pela morte de Cleiton Rodrigues de Oliveira, de 25 anos, investigado por furto de fios de telefonia e da rede elétrica. Os brigadianos, conforme o delegado, faziam serviços para a empresa de segurança contratada para evitar o furto de fiação.

A vitima foi agredida e queimada em uma fogueira acesa para derreter a parte isolante da fiação. O crime ocorreu no bairro Bom Jesus, em janeiro do ano passado. O depoimento de uma testemunha do crime - que está desaparecida - é uma das provas da polícia. Segundo a investigação, o homem já foi ouvido e confirmou a participação dos PMs no assassinato.

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