Porto Alegre, quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

  • 29/03/2014
  • 21:17
  • Atualização: 21:18

Domingo deverá ter sol entre nuvens no Leste, mas chuva em outros pontos

Temperaturas seguem elevadas, com marcas acima de 30°C em diversos municípios

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O sol chega a aparecer com nuvens neste domingo em várias regiões gaúchas, sobretudo na Metade Leste. Em cidades mais a Oeste, principalmente as próximas da Argentina, áreas de instabilidade associadas a um sistema de baixa pressão trazem chuva desde o começo do dia.

Por isso, a temperatura sobe menos no Oeste. Mais para o Leste, contudo, o dia terá sol, calor e chance de chuva isolada da tarde para a noite. É o caso de Porto Alegre, onde se espera um domingo com sol e nuvens, aumento da nebulosidade e possibilidade de chuva localizada na região no fim da tarde ou à noite.

As mínimas devem rondar os 14°C de São José dos Ausentes e 15°C em Vacaria. As máximas, por sua vez, podem chegar a 32°C em Santa Cruz do Sul. Em Porto Alegre, os termômetros variam entre 21°C e 32°C.

O Rio Grande do Sul ainda deve ter instabilidade na segunda-feira, mas entre terça e sexta existe o indicativo por modelos numéricos de predomínio do tempo seco. A instabilidade pode voltar com chuva no próximo final da semana.

Tempestade solar

Artigo que acaba de ser publicado na Nature Communications relata que a humanidade escapou de uma tempestade solar potencialmente catastrófica há menos de dois anos. Em 23 de julho de 2012, uma ejeção de massa coronal deixou o Sol após uma explosão à velocidade de 2000 km/s, quase quatro vezes a velocidade de uma erupção comum. Por sorte, a Terra não estava no caminho dela.

Pesquisadores que analisam os dados do evento dizem que a tempestade solar teve características similares ao Evento de Carrington de 1859, episódio que se acontecesse hoje liquidaria com grande parte dos equipamentos eletrônicos e poderia provocar avistamentos da aurora no céu em pontos tão distantes dos pólos como o Caribe e o Sul do Brasil.

Uma tempestade solar como a de 1859 traria danos que levariam muitos anos para serem reparados. Estudo da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos estimou que o impacto de uma tempestade como aquela seria de 2 trilhões de dólares, mas há quem acredite em prejuízo muito superior.

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