Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 04/04/2014
  • 18:12
  • Atualização: 18:17

Mais de um mês após incêndio em viaturas, BM segue sem suspeitos

Imagens foram analisadas, depoimentos tomados, mas autores ainda não foram identificados

Incêndio de viaturas aconteceu no último dia 24 de fevereiro, na zona leste da Capital | Foto: Fabiano do Amaral / CP

Incêndio de viaturas aconteceu no último dia 24 de fevereiro, na zona leste da Capital | Foto: Fabiano do Amaral / CP

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  • Lucas Rivas / Rádio Guaíba

Passados mais de 40 dias, a Brigada Militar ainda não identificou os responsáveis pelo incêndio que destruiu completamente quatro viaturas e danificou outras seis dentro da Academia de Polícia Militar em Porto Alegre, localizada na rua Coronel Aparício Borges, no bairro Glória.

Diversas imagens foram analisadas para tentar elucidar o incêndio, ocorrido em fim de fevereiro, mas nada foi encontrado. Todos os militares de plantão daquela noite também já prestaram depoimento. Enquanto isso, a BM permanece sem informações sobre a auroria e a motivação do incêndio. O comandante-geral da Brigada Militar (BM), coronel Fábio Fernandes, chegou a cogitar a hipótese de que integrantes da corporação tenham participado do incêndio de viaturas.

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O subchefe de Comunicação Social da BM, major Leandro Balen, permanece aguardando a chegada do laudo pericial para aprofundar a investigação. “Enquanto nós ainda não tivermos um laudo definitivo da perícia informando a origem do fogo e uma possível motivação, não há como ter uma conclusão definitiva”, disse.

As seis viaturas danificadas ainda não foram recuperadas à corporação. A Brigada Militar pretendia concluir o inquérito em 40 dias, projetou o comandante Fábio Fernandes.

Na noite do dia 24 de fevereiro, o fogo atingiu dez veículos, dos quais quatro ficaram totalmente destruídos.
As caminhonetes, avaliadas em R$ 90 mil cada, não possuíam seguro. No local, havia 206 veículos.

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