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07/04/2014 18:04 - Atualizado em 07/04/2014 18:09

CEEE vai pedir abusividade da greve dos servidores na Justiça

Presidente da companhia exige o cumprimento de decisão que estabelece 70% do efetivo trabalhando

CEEE entra com mais uma ação pedindo abusividade da greve dos servidores
Pela manhã, sindicato garantiu que somente 30% do efetivo segue trabalhando, apesar de decisão judicial que estabelece mínimo de 70%

O presidente da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Gerson Carrion de Oliveira, confirmou que vai ingressar, ainda nesta segunda, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), com mais uma ação exigindo que o contingente minimo de 70%, estipulado pela Justiça, seja cumprido, durante a greve dos servidores da estatal. Em assembleia nesta manhã, os eletricitários anunciaram que vão manter apenas 30% do quadro trabalhando. Desde a noite da última sexta-feira, a Justiça determinou o funcionamento das áreas operacional e de call center com 70% dos servidores.

• Presidente da CEEE admite que greve pode causar faltas de luz isoladas
• Servidores da CEEE mantêm apenas 30% na ativa
• Justiça determina efetivo de 70% nos serviços da CEEE

Como a decisão não foi acatada pela categoria, o presidente confirmou o ingresso da segunda ação judicial. “Estamos entrando com uma ação junto ao TRT demostrando claramente com provas materiais (…) que essa desobediência transgride e passa a ser abusiva (greve), além de em colocar em risco a população gaúcha”, adiantou.

Em entrevista à Rádio Guaíba, Carrion adiantou que se o judiciário acatar a ação, pode cortar o ponto ou até demitir os grevistas. O presidente confirmou que a estatal registra um passivo trabalhista de R$ 600 milhões, mas que pretende retomar a saúde financeira da estatal até 2017.

Ainda durante a tarde, o Sindicato dos Eletricitários (Senergisul) reforçou que a falta de luz registrada hoje no bairro Petrópolis, em Porto Alegre, ocorreu devido à falta de manutenção na rede elétrica. A entidade adverte que esse é apenas um dos problemas gerados pela falta de trabalhadores, em função da greve.

A estatal rebateu as informações e explicou que houve um corte programado na região para realização de serviços nas linhas de transmissão. Hoje à tarde, 13 mil clientes ficaram sem luz entre as 14h30min e 15h30min. No domingo, o problema no abastecimento atingiu cinco mil economias do bairro.

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Fonte: amuel Vettori e Lucas Rivas / Rádio Guaíba






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