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10/04/2014 18:16 - Atualizado em 10/04/2014 18:35

MPT ajuíza dissídio coletivo dos eletricitários da CEEE

Categoria permanece em greve, com 70% do efetivo trabalhando por decisão judicial

Depois de um impasse nas negociações entre a CEEE e os servidores em greve, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou ação para que Justiça defina o dissidio da categoria, paralisada desde 31 de março. Com o recurso, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) vai estipular o índice de reajuste, além de outros itens da pauta.

Nessa quarta-feira, em audiência realizada entre os diretores da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) e dirigentes do Sindicato dos Eletricitários (Senergisul), os sindicalistas decidiram manter a greve por tempo indeterminado, mas com reforço de 70% do efetivo em áreas de teleatendimento e operacional. A reunião de mediação ocorreu no TRT.

Os trabalhadores reivindicaram, inicialmente, o pagamento em dinheiro do Programa de Participação nos Resultados (PPR), reajuste de 12% nos salários e de 25% no subsídio do plano de saúde (hoje no valor de R$ 275), além do aumento do vale-alimentação de R$ 800 para R$ 1,2 mil. Durante a tarde, os servidores protestaram e bloquearam ruas da Capital.

A última proposta apresentada pela CEEE compreende o pagamento do PPR em folgas, aumento do vale-alimentação para R$ 850, reembolso de R$ 300 referente ao plano de saúde, além de elevação salarial conforme o INPC (5,38%).

Durante a reunião, o representante do Ministério Público do Trabalho (MPT), procurador Paulo Eduardo Pinto de Queiroz, apresentou proposta intermediária. Ele sugeriu que a CEEE garanta o pagamento do PPR relativo a 2014, nos termos previstos pelo acordo coletivo da categoria. Por essa proposta, a empresa segue discutindo, na Justiça, com o Sinergisul, os pagamentos relativos a 2013.

Quanto aos reajustes, o MPT recomendou a manutenção da proposta que compreende vale-alimentação de R$ 850, reajuste salarial de acordo com o INPC e reembolso de R$ 300 no subsídio do plano de saúde. A CEEE, entretanto, não se comprometeu com a proposta alegando que, para pagar o PPR, precisa do aval do governo gaúcho, que é o acionista majoritário.

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Fonte: Lucas Rivas/ Rádio Guaíba






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